Por que as pessoas estão vendo cores diferentes naquele vestido?

A foto deste vestido causou uma briga imensa na internet: é azul e preto ou branco e dourado?Vestido dourado ou azul

 

Bom, não tem a ver com as células dos nossos olhos.

Nossas retinas têm células especializadas chamadas bastonetes, que são usadas para a visão noturna, e os cones, que lidam com as cores. Mas estas células das cores aparentemente não são a causa deste dilema.

“Eu diria que o grande responsável por isso é a diferença entre os cones”, disse Cedar Riener, professor de psicologia do Randolph-Macon College.

Existem três tipos de cones: vermelho, azul e verde. Cada um de nós tem proporções diferentes destes tipos. Mas as proporções diferentes “não parecem ter um grande impacto na nossa visão das cores”, disse Riener. “Eu poderia ter uma variação de 5 cones vermelhos para um verde e você poderia ter uma proporção de 2 vermelhos para um verde e a gente teria a mesma sensibilidade para as cores”.

Isso acontece por causa da maneira como o nosso cérebro interpreta as cores.

“Nós estamos fazendo decisões sobre a quantidade de luz que entra na nossa retina o tempo todo”, disse Riener.

Esta luz, chamada de luminosidade, é sempre a combinação do quanto de luz está brilhando sobre um objeto e do quanto ela é refletida a partir dele, completou.

“No caso do vestido, algumas pessoas estão decidindo que há muita luminosidade sobre o vestido preto e azul (ou menos reflexão). Outras pessoas estão decidindo que há menos luminosidade sobre o vestido branco e dourado (como se estivesse nas sombras, mas refletindo mais).”

Isto é o que acontece no famoso tabuleiro de ilusão de ótica de Adelson. Na imagem abaixo, o quadrado A é exatamente igual ao quadrado sombreado B, mas eles parecem ser totalmente diferentes:

Tabuleiro de Adelson

Ok, mas por que o cérebro das pessoas interpreta as cores de formas diferentes?

 

Nossa visão é altamente influenciada pelo processo chamado “top-down” (primeiro ver o todo, depois analisar o ponto específico), explica John Borghi, um neurocientista cognitivo da Universidade de Rockefeller. O processo top-down “começa com o cérebro filtrando informações de acordo com as nossas experiências e expectativas para produzir nossa percepção”.

Cada pessoa tem uma diferente série de experiências e expectativas, assim como níveis de atenção e movimentos de olhos particulares.

Por exemplo, o que você olhou logo antes de olhar para o vestido poderia influenciar a forma como o seu cérebro o percebe, disse Borghi. “Poderia ser também porque você já viu vestidos (ou tecidos) com a mesma textura e formato antes, o que também poderia afetar sua percepção”. Este fenômeno é chamado de “primado cognitivo”.

O interessante é que os cientistas não sabem muito sobre as diferenças individuais na percepção, disse Riener.

“As diferenças individuais tendem a não receber tanta atenção sobre pesquisadores de percepção, já que nós trabalhamos mais na forma como os olhos funcionam no geral”, ele disse. “E geralmente nossos olhos trabalham de forma muito parecida porque nós vivemos em um meio onde a cor e a luz têm geralmente as mesmas variações de azul”.

ENTÃO, É AZUL OU DOURADO?
Nós aqui vimos dourado…

A vida após a propaganda de 30 segundos

O design não é mais algo apenas estilístico independente, incluído em um projeto, site ou serviço pouco antes dele ser entregue ao público ou ao marketing. A nova metodologia que está se formando em empresas e organizações ao redor do mundo faz o design recuar aos primeiros estágios da concepção desses projetos, sites ou serviços e avançar até os últimos momentos da implementação e além.

Permitir que os clientes escrevam o último capítulo da história é só mais um exemplo do design thinking em ação e a nova ordem.

FRANCE-INTERNET-TECHNOLOGY-LEWEB12

Observação e entendimento de um capítulo de Tim Brown, sobre o design thinking

PRECONCEITO NÃO!

Nestes dias em que ainda presenciamos atitudes infelizes de racismo, lembramos do texto, “A lição da caveira”, de autor desconhecido que leva a uma reflexão, tanto para questões sociais, que também são propulsoras de preconceitos, como também às de cores, ridículas e sem sentido.

Somos todos iguais, criados pela mesma mão, pelo mesmo ideal e mesmo Criador. Reflitamos um pouco

10255749_615061555246895_6841609735338721704_n
A lição da caveira
Um príncipe, muito orgulhoso de sua realeza, foi, numa manhã, cavalgar por seus domínios. Suas terras eram bastante vastas e ele cavalgou através de vales e montanhas. Andou por colinas e prados, gozando a vaidade de ser senhor de tão larga extensão de terras.
A certa altura do seu caminho, viu um velho eremita, sentado diante de uma gruta. Ele trazia nas mãos uma caveira humana e a contemplava com atenção.
Ao passar por ali, o príncipe ficou indignado por não ter o velho, ao menos, levantado os olhos para observar a rica caravana que o acompanhava.
Rude e zombeteiro, aproximou-se a figura real e disse:
Levanta-te quando por ti passa o teu senhor! Que podes ver de tão interessante nessa pobre caveira, que chegas a não perceber a passagem de um príncipe e seus poderosos acompanhantes?
O eremita ergueu para ele os olhos mansos e respondeu, em voz clara e sonora:
Perdoa, senhor. Eu estava procurando descobrir se esta caveira tinha pertencido a um mendigo ou a um príncipe. Por mais observe, não consigo distinguir de quem seja.
Nestes ossos nada há que me diga se a carne que os revestiu repousou em travesseiros de plumas ou nas pedras das estradas.
Não há na caveira nenhum sinal que me aponte, com certeza, se ela já carregou um chapéu de fidalgo ou se suportou o sol ardente, na rudeza dos trabalhos de camponês.
Por isso, eu não sei dizer se devo levantar-me ou me conservar sentado diante daquele que em vida foi o dono deste crânio anônimo.
O príncipe baixou a cabeça e prosseguiu o seu caminho, sem mais nada dizer. Mesmo quando a noite chegou e ele retornou ao seu castelo, continuou pensativo.
A lição da caveira lhe abatera o orgulho.

Smartphones tornando o mundo mais mobile

Quase 80% dos ADOLESCENTES com internet usam redes sociais

Em um mundo cada vez MAIS MOBILE, Smartphone é o aparelho mais usado por eles para acessar as redes sociais.

Entre as crianças e os adolescentes brasileiros que acessam a internet, 79% mantêm perfis em redes sociais, segundo estudo divulgado nesta quarta-feira pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br). A pesquisa TIC Kids Online Brasil, feita entre setembro de 2013 e janeiro deste ano, ouviu 2.261 usuários com idades entre 9 e 17 anos, em todo o território nacional. Os pais ou responsáveis desses jovens também foram ouvidos. Na pesquisa anterior, feita em 2012, esse índice era de 70%.

PRECISAMOS, realmente, enxergar esse público consumidor, cada vez mais como um potencial, tanto em vendas quanto em fidelização de marca, é o NOVO CONSUMIDOR mudando as regras.

mobile-selfie

O levantamento revelou uma tendência de crescimento no uso do telefone celular como principal forma de acesso às redes sociais – o aparelho é usado por mais da metade desse público (53%). Em relação a 2012, houve crescimento de 32 pontos percentuais. O acesso à internet por meio dos tablets cresceu de 2%, em 2012, para 16%, em 2013.

É a BOA DICA, marque presença forte nas redes sociais, tenha uma identidade forte e fidelize esse novo consumidor, sua marca só tem a ganhar, tanto em exposição e valor agregado, quanto em vendas.

Saiba como conquistar esse público e aparecer na rede:
http://odesign.com.br/pacotes.html

Investimento em Marketing Digital dá resultado

Identidade visual ajuda a valorizar negócio

Marketing Digital

A identidade visual é uma das ferramentas usadas pelos empresários para valorizar o negócio. Pensando nisso, a empresária Fernanda Dourado contratou uma consultora de marketing antes de montar seu pet shop e investiu R$ 30 mil em marketing visual. O estabelecimento fatura R$ 30 mil por mês e, em 2013, cresceu 50%. Já Paloma Franceschini tem uma loja de roupas femininas e, para atrair clientes, ela muda o visual do espaço duas vezes por ano, com a ajuda de uma designer de interiores. Além disso, a loja investe no conceito de embalagem útil. A calça jeans, por exemplo, é vendida dentro de uma nécessaire.

Confira a matéria completa  com vídeo no G1 http://goo.gl/VJD6lc