Profissional de redes sociais ganha mais espaço no mercado

Analista de mídias sociais administra perfis corporativos em sites como Facebook e Twitter, mas ainda falta capacitação para a área

Com o crescimento da presença das empresas dos mais variados segmentos nas redes sociais, há cada vez mais espaço para profissionais que desejam trabalhar nesta área. O analista de mídias sociais administra os perfis corporativos em sites como Facebook e Twitter, e a função vem ganhando bastante espaço no mercado. Por outro lado, ainda existe inexperiência neste novo ramo de atividade em que a sensibilidade e a experiência ainda predominam sobre a especialização acadêmica.

A função primordial deste profissional é humanizar a relação da organização com as pessoas, o relacionamento entre a empresa e o consumidor/cliente, por meio das redes sociais. É preciso ainda saber redigir bem e ser bom em relacionamento pessoal. Uma formação superior em Comunicação (Publicidade ou Jornalismo) é de grande auxílio para compreensão de hábitos de uso e consumo das mídias sociais por diferentes perfis de público. O analista de mídias sociais deve, ainda, saber empregar o pensamento estratégico por meio de ferramentas de comunicação e marketing.

As empresas utilizam as redes sociais a fim de promover campanhas e criar um canal de relacionamento com seu público. As atividades rotineiras do profissional são baseadas em divulgar informações que vão atrair pessoas sobre determinados assuntos. Após esta ação, o importante é reter os usuários nas páginas. Então, o analista deve sempre publicar conteúdo relevante, a fim de que estas pessoas continuem acompanhando o canal da empresa.

É necessário ainda criar o chamado vínculo com os consumidores, com ações que humanizem a marca. “Temos clientes governamentais que criam páginas nas redes com a intenção de prestar serviço para o cidadão. Trabalhamos com uma página de Twitter que funcionou como uma ouvidoria. Reunimos as reclamações e encaminhamos às secretarias competentes”, conta o diretor de criação da Talk Interative, empresa de estratégias digitais, Marcelo Ottoni.

Uma das principais dificuldades existentes no mercado é que as instituições de ensino ainda não oferecem cursos consolidados na área de mídias sociais. Há grades curriculares de faculdades que contemplam disciplinas relacionadas às mídias sociais, mas nada muito especializado. A tendência é que os profissionais busquem no próprio mercado de trabalho esta capacitação, e que, com a experiência diária, acabem se tornando especialistas no segmento.

“Eles precisam dedicar um precioso tempo a estes canais. E logicamente, entender bastante do negócio em que sua empresa atua. As redes são oportunidades também, além de interação, de gerar negócios. Já vimos cases de grandes empresas, como uma grande construtora, que vendeu um imóvel pelo Twitter, por exemplo”, diz Carolina Stilhano, gerente de Comunicação da Catho Online.

Hoje, há uma certa banalização da profissão por muitos gostarem de redes sociais, como usuários, e acharem que podem trabalhar neste ramo. Este é um problema que acompanha o mercado digital, caracterizado por empregar jovens e apresentar constantes mudanças.

Assim como no início da internet a criação de sites era feita de forma semiamadora, no cenário de hoje é a mesma coisa em redes sociais. “É fácil criar um perfil pessoal em um site de relacionamento. O difícil é pensar em uma estratégia, definir uma atuação, olhar para a necessidade da empresa e, a partir daí, fazer um planejamento estratégico de como este veículo atenderá a demanda”, explica Marcelo Ottoni.

As empresas, ao criarem perfis em canais com Facebook e Twitter, devem ter a consciência que abriram uma porta de comunicação com o mercado consumidor. Os profissionais que já atuam na área, por sua vez, precisam manter-se sempre atualizados, atentos ao perfil e ao feedback dos clientes, ter ideias inovadoras para compartilhamento de conteúdos e fidelização do usuário. É uma profissão, ainda, que talvez necessite se adequar constantemente às mudanças que ocorrem nas ferramentas e nos sites existentes. Para quem gosta de desafios, esta é uma profissão que promete grandes emoções e demanda dedicação constante.

Fonte: Revista Pense Empregos

Novos domínios Internet podem custar até R$ 500 mil no Brasil


A administração da Internet em todo o mundo começa nesta quinta-feira, 12/01, um processo que permitirá a criação de novos sufixos nos endereços – ou top level domains. Até hoje existem apenas 23 sufixos (.com, .net, .gov, etc), mas a ideia é permitir que sejam estabelecidos novos, por marcas, empresas ou mesmo produtos.

Ou seja, poderão ser aprovados sufixos do tipo .apple ou mesmo .futebol ou .brasilia. Mas esse não será um processo rápido ou barato. Nesta quinta-feira, 12/1, começa o prazo para a submissão de propostas de novos nomes de domínio – prazo que vai até 29/3.

“Espera-se que os primeiros sufixos que forem aprovados no processo de análise e forem concedidos entrem em atividade somente no 1º trimestre de 2013”, alerta nota divulgada pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br). A lista dos sufixos propostos deve ser divulgada em maio.

Para isso, candidaturas serão avaliadas pela ICANN, acrônimo em inglês para Corporação da Internet para Atribuição de Nomes e Números, e pela comunidade da rede: o objetivo é garantir segurança e estabilidade da rede, proteção ao direito de terceiros ou eventuais incompatibilidades com o interesse público.

Em princípio, com os novos sufixos qualquer um poderá solicitar os direitos para controlar uma fatia da Internet – por exemplo, todos os endereços que terminem com .bicicleta. E isso exige que os interessados se tornem supervisores desses novos domínios.

É caro. Nas contas do NIC.br, “para a candidatura a um sufixo são estimados cerca de R$ 500 mil de investimento”. Aí estão incluídos os US$ 185 mil dos custos do processo na ICANN e outros US$ 25 mil por ano, além garantias financeiras e requisitos técnicos.

Será preciso contratar um provedor back end para gerenciamento e publicação da base de dados com os nomes de respectivo sufixo. No caso do Brasil, porém, uma das opções para os interessados é usar o próprio NIC.br – que é quem opera o .br.cn

Vida de Designer

Como muitos sabem, nossos cogumelos também são designers… Principalmente “web designers” e “graphic designers” (também chamados por alguns de “faz site” e “faz criação”). Mas enfim, hoje me perguntaram quanto cobramos por determinados trabalhos, como criação de logo, ou customização de um uniforme, e coisas do tipo.

vida-de-designer

Ai me lembrei algo que sempre quis compartilhar com nosso adoráveis clientes.  O problema, é que tem alguns clientes que literalmente abusam do “é rapidinho”, ou “tão fácil”, ou ainda “tudo isso? até meu filho/subrinho/primo faz de graça”. Então senhores clientes chatos, quando utilizar tais frases abaixo, lembre que o que pra você o que é só arrastar aqui, ou esticar ali, para nós VERDADEIROS PROFISSIONAIS, não é só isso. Até mesmo porque se fosse, até seu sobrinho faria, certo? Ah ele faz pra você? Ele faz de graça? Que legal, então porque fica me enchendo as paciências por 4 horas, faço o visual todo ao invés de ir fazer com ele?

As frases utilizadas pelos clientes e nossos comentários…

• “Aumenta só um pouco essa letra? Mais um pouco… Só mais um tiquinho. Não tão grande né pô!”
(vai decidir ou não?)

• “Coloca esse amarelo mais vivo?”
(amarelo ovo?)

• “Troca esse vermelho, por amarelo?”
(sangue amarelo?)

• “Será que você pode virar o rosto dela no computador, pra ficar de lado, acho q vai ficar melhor”
(como em uma foto 3×4 escaneada?)

• “E se a gente mudasse o menu pra cá? To achando isso meio parado…”
(com o site pronto para publicação? fdp)

• (Depois de pedir incessantemente pelo estetoscopio na capa do manual médico) “É mesmo, né? Não ficou muito legal….. e agora?”
(eu faleiiiii…)

• “Puxa mais pra ca.. Isso agora mais pra ca, isso, troca essa cor.. agora inclui essa foto… podia mudar aqui ne? hum… po parace que piorou você não está entendendo o que eu quero…”
(quer fazer melhor? fica a vontade)

• “Poderia fazer um logotipozinho, logomarcazinha, marquinha e marquinhazinha pra mim na faixa?” Também válido para “logotipo bem pequenininho”, “simbolo”, “desenho pra colocar no cartão” e “elipse.”
(acham que se usar no diminutivo, fica mais fácil e barato)

• “Tudo isso por um convitezinho???”
(diminutivo de novo)

• “Pô preciso de um folder rapidinho, pra um evento amanha cedo, e preciso mandar para a gráfica tipo pra hoje lá pelas 17:00 pode ser?” (olho pro relógio e ele marca 16:45)

• “Poderia dar um só um jeitinho aqui pra mim?”
(opa claro perai….. *clique no delete* …. pronto, melhorou?)

• “Faz um cartaz pra mim de graça?”
(sim claro, vou pegar pronto um no Print artist mesmo kkkkk)

• “Poderia botar um design no meu site?”
(e acha que eu fiz o que nesses 3 dias de trabalho?)

• “Porra meu, tudo isso? eu só quero uma letra girando, assim ó”
(só preciso dessa notinha de 100 aqui ó)

• “Só preciso de um cartãozinho mixuruca mesmo”
(e eu só preciso de um pagamento mixuruca mesmo)

• “Igualzinho a esse aqui, só vai colocar o meu timbre ao invés do dele aqui em cima, entendeu? Pra não dar trabalho mesmo…”
(CTRL+C e CTRL+V)

• “Sem muitos detalhes”
(tipo Google?)

• ”Isso aí, você coloca no computador e ele faz”
(faz claro, o computador é milagroso)

• “Eu tenho um sobrinho que faz assim…”
(pede pra ele)

• “Eu tenho um sobrinho que faz tudo de graça…”
(já disse, então pede pra ele)

• “Ei, você que mexe com computador…”
(não, eu mexo com grama, tá servido?)

• “Ah foi bom te ver aqui, você não é o cara da informáica?”
(não está escrito no meu uniforme Mundo da Informática porque eu moro lá….)

• “O chefe do departamento ja escolheu até a letra e a cor, agora ficou fácil”
(fica mesmo… só pagar que tudo fica fácil)

• ”Não, não.. você não vai ter trabalho nenhum, mesmo. É so colocar no computador mesmo”
(e acha que pra colocar num dá trabalho?)

• “Na verdade o serviço JÁ ESTÁ PRONTO! É só colocar um pouco de design”
(simples assim…)

• “É só uma firula mesmo né?”
(não)

• “Pra enfeitar o pavão…”
(não sou veterinário nem decorador)

• “Na verdade é porque eu não tenho tempo pra fazer..”
(e eu não tenho grana)

• “Eu confio em você, vê ai alguma coisa em inglês pra colocar como nome empresa…”
(Stupid Bussiness, tá bom?)

• “Depois a gente vê uma maneira de te compensar…”
(eu vejo agora…)

• “Vê ai o que você faz pra mim?”
(nada)

• “Nossa, mas é so um site! Isso tudo?”
(não isso é só a entrada…)

• “TUDO ISSO POR PÁGINA??????”
(cada vez que a pessoa repetir essa frase multiplique o valor)

• “Aproveita pra ver o que aconteceu com o antivirus daqui da loja?”
(claro vou instalar um monte de virus)

• “Ah.. tá.. mas isso já estão incluidas as fotos e as modelos né?”
(claro, as “modelos” da G Magazine)

• “É só esticar aqui, ó”
(estica o dinheiro na minha direção, assim ó)

• “E você usa o computador pra isso?”
(não, eu uso pra fazer bolo)

• “Coisa simples”
(quando o cliente fala isso, nunca é simples)

• “Não você não entendeu é simples mesmo”
(aham, claro… então faz você!)

• “É você não entendeu mesmo”
(não entendo burrês)

• “No Paint (brush) eu a ferramenta do ‘pincelzinho’… Qual você usa nesse Photoshop?”
(procure um curso mais próximo)

• “Só uma galeria de fotos. De umas 1.000 a 5.000, mas é só colocar ali no canto”
(só isso?)

• “Ué, mas é só copiar do jornal.”
(o jornal não tem CTRL+C)

• “Escaneia daqui da revista mesmo”
(CTRL+C e CTRL+V)

• “Você que faz site né?”
(virei mecânico free-lancer)

• “DUZENTOS E CINQUENTA REAIS???”
(subir mais R$ 50,00 a cada grito de desespero)

• “Fotolito? Não, não, não vamos contratar fotografo”
(CTRL+ALT+DEL)

Santa paciência .com .br!!

Fonte: Pé de Cogumelo

Como o Google exibirá seu anúncio

O Google anunciou que está mudando seu sistema de anúncios publicitários, dando mais “transparência e escolha” ao usuário. Agora, qualquer pessoa pode saber como e por que está recebendo uma propaganda específica.

Uma aba, localizada ao lado dos anúncios oferecidos no Gmail e no buscador da empresa, chamada “Por que esse anúncio?” aparecerá para os usuários nas próximas semanas. Ela dará a oportunidade de saber por que aquele anúncio específico foi exibido e como ele foi personalizado e direcionado para você.

Com isso, a empresa espera oferecer melhores anúncios ao usuário – quer dizer, anúncios melhor direcionados, baseados em sua geolocalização, língua de seu país e até de pesquisas recentes.

A opção Ads Preferences Manager (Gerenciador de Preferência de Anúncios, em português) também será habilitada em breve. Com ela, você poderá escolher quais anúncios quer receber, podendo voltar atrás e desfazer a escolha a hora que quiser.

Com isso, ao que tudo indica, o usuário terá mais controle sobre o que vê. Nas palavras da empresa, “é importante ter escolha sobre os tipos de anúncios que são mostrados para você. Se você desejar não ver anúncios personalizados, a escolha é sua”.

Com aplicativos nacionais, tablet Playbook BlackBerry chega ao Brasil por R$ 1.299

A RIM, fabricante dos smartphones BlackBerry, apresentou nesta quarta-feira (19) o tablet Playbook para o mercado brasileiro. Com preço minimo sugerido de R$ 1.299 para o modelo de 16GB, o dispositivo traz aplicativos exclusivos criados pelo mercado nacional. O aparelho já está disponível para pré-venda em lojas de varejo.

Um dos destaques do tablet é a integração com os smartphones BlackBerry. Parte do conteúdo desenvolvido no smartphone pode ser sincronizado automaticamente no tablet por meio de uma conexão criptografada via Bluetooth. O sistema operacional é proprietário da RIM, mas o tablet também é capaz de executar aplicativos Android utilizando um emulador.

A RIM aposta em aplicativos produzidos no Brasil para ganhar representatividade no mercado. O aplicativo Placar UOL, por exemplo, foi desenvolvido exclusivamente para o tablet e traz as principais noticias sobre futebol, bem como resultados e classificações dos princiais campeonatos do mundo. Outro destaque são os aplicativos do banco Bradesco, da revista Exame, Facebook, jornal “O Estado de São Paulo” e revista “Caras”.

Todos os aplicativos disponíveis na loja de aplicativos da BlackBerry no mundo estarão disponíveis para os usuários brasileiros — não ocorre distinção como há na App Store da Apple, entre contas de fora do país e locais. No entanto, aplicativos feitos apenas para smartphones não funcionarão no tablet da RIM.

O tablet também está disponível em mais duas capacidades de armazenamento: com 32 GB, vendido a R$ 1.599, e com 64 GB, por  R$ 1.949. Segundo a RIM, o preço é promocional de lançamento, já com o desconto de R$ 350.

Características

O tablet Playbook possui tela touch screen de 7 polegadas, pesa cerca de 425 gramas e tem 10 mm de espessura.

Com processador dual core de 1 Gigahertz, o tablet aposta em suporte nativo a tecnologia Flash — indisponível no rival iPad da Apple — além de saída HDMI em Full HD, câmera traseira de 5 megapixels e outra frontral de 3 megapixels para videoconfêrencia.

O aparelho também possui GPS integrado, acelerômetro e sensor de movimento. Apesar de existirem modelos com 3G nos mercados europeu e americano, no Brasil o PlayBook será vendido apenas na versão com Wi-Fi.

A autonomia da bateria é de cerca de 8 horas para navegar pela web em Wi-Fi, assistir vídeos ou escutar música.