As mídias sociais ajudando a escalada no Google

Links são as veias da web. Cerca de 70% do algoritmo do Google é baseado em links e, quando mais on-topic seus links forem, melhor. Sendo assim, você precisa de uma estratégia muito bem focada para aparecer nas buscas – ignorar a recente revolução das mídias sociais fica por sua conta e risco.

“Em essência, o que o Google faz quando mede links é buscar por votos. Quando uma pessoa faz um link para um site, está dizendo que gosta dele e vota nele”, explica o engenheiro de SEO Jaamit Durrani. “Quanto mais influente for aquela pessoa, mais forte é o link. Antes você tentava fazer com que um pequeno grupo de donos de sites fizessem links para você, mas agora temos uma enorme quantidade de conteúdo gerado por usuários, blogs e perfis. Crie relações com eles, ofereça um bom conteúdo para ser linkado e terá uma rede inteira de pessoas dentro de um nicho, que você pode se conectar.”

google-midias-sociais


O jogo é lento
Você não entra em um bar no meio do nada esperando conhecer todos no local: é preciso se apresentar a um de cada vez e talvez voltar mais umas duas noites. Não é instantâneo.
É preciso interagir nas mídias sociais, ser frequente, oferecer conteúdo no MySpace, no Twitter e até mesmo no Orkut…
Há também supostos mágicos que não conhecem o funcionamento do Google e vendem o milagre de colocá-lo à frente sem saber que o mecanismo é engenhoso e muito criterioso, ou seja, burlar o Google pode ser um tiro fatal no próprio pé.
Uma equipe especializada no assunto pode tomar conta de um blog e uma outra equipe, de mídias sociais, agregando todos os conteúdos e linkando com o site principal tornando-o mensurável.
Enfim, o conhecimento na área é imprescindível.

Os balões da Sony
Um exemplo recente de trabalho focado em mídias sociais para alavancar acessos ao site principal foi o anúncio da Sony Bravia feito com balões em São Francisco, nos Estados Unidos. Foi um projeto gigante que atraiu muita atenção. 250 mil balões brilhantes e coloridos foram soltos em uma rua da cidade. Enquanto a empresa filmava tudo, pessoas na rua com celulares também gravavam o acontecimento. Contudo, em vez de a Sony tentar proibir a veiculação das imagens não-oficiais, como fez o pessoal da Scrabble no Facebook, ela procurou usar as gravações a seu favor. Depois do evento, ofereceu uma mini TV Bravia aos blogueiros que escreveram sobre o ataque dos balões coloridos e os levou para assistir às filmagens seguintes da campanha.
Antes desse comercial, a Samsung aparecia em primeiro no ranking de buscas mas, como resultado de adotar as mídias sociais para seu benefício, a Sony retomou o topo, já que muitas pessoas geraram links para o seu site. Links...

Reportagem original de Adam Stafford da agência Fresh Egg

Designers, o que de fato fazemos?

Quando conversamos com um cliente/parceiro, esse precisa entender que estamos oferecendo uma consultoria em design e, quando é indagado se podemos explorar outros conceitos criativos para o problema em questão além do proposto por ele, a resposta é um Não, algo está errado, pois não somos taxistas, somos consultores em design.

designers-o-q-fazemos


Você chega em uma fila de taxistas e pede para um levá-lo até sua casa. Tudo que tem a fazer é informar o destino e pagar a conta ao final da corrida. Seria uma solução direta e sem muitos compromissos. Contudo, o ideal seria ser atendido por um consultor em transportes. É preferível ter a oportunidade de explicar as necessidades a um consultor em transportes, pois há diversos compromissos, orçamento limitado e pouco tempo para chegar ao destino, assim, eu, gostaria que esse consultor me apresentasse a melhor solução. Poderia até apresentar algumas alternativas.

Essa analogia serve para mostrar que designers não devem ficar satisfeitos em apenas serem os “taxistas”, mas sim os consultores, para conduzir a uma solução correta, direta e com foco no mercado. Devemos ser os parceiros na solução de problemas.

Compartilhe responsabilidades, ande junto com o cliente/parceiro
Você vai ao médico, certo? Você poderia ser considerado um cliente para seu médico. Agendaria uma consulta e pagaria pelos seus serviços. Ele poderia dar uma receita para proporcionar um alívio imediato, mas que não resolveria o problema de saúde a longo prazo. Ele poderia ser um grande especialista, que conseque diagnosticar um problema mais complexo, a partir dos pequenos sintomas. Nesse caso, é necessário ser parceiro. É preciso confiar nele e fornecer todas as informações necessárias para a formulação do diagnóstico correto. Sem isso, o médico provavelmente não poderia indicar um tratamento preciso.

O mesmo acontece com projetos de design.

Precisamos desenvolver uma relação de confiança mútua, para nos tornarmos parceiros e não apenas prestadores de serviços. Com isso, conseguiremos realizar projetos maiores e mais criativos.

Os resultados serão muito mais significativos e duradouros, com o cliente/parceiro entendendo que ao contratar ou solicitar os serviços de um designer agência/stúdio, deve aceitar que contrata uma consultoria, um estudo de mercado com experiência e capacidades para transformar materiais gráficos ou virtuais em soluções visuais.

Sejamos consultores e nossos clientes, parceiros.

Bibliografia Selecionada:
Briefing: A Gestão do Projeto de Design

E, em 2012…

Enviamos para nossos especiais clientes, parceiros e amigos, uma singela lembrança, uma embalagem com itens que sugestionam ou desejam um 2012 diferente, onde cada item carrega consigo um significado especial.

final-2011

Dentro da embalagem vai um pingente de trevo de quatro folhas para fixarmos nossa fé em algo que fuja um pouco da racionalidade do mundo atual, às vezes é preciso acreditar.
Desejando que no próximo ano, haja muita criatividade, idéias e inovação, a vela simboliza essa ascensão à luz… E porque é imprescindível buscar o autoconhecimento, enviamos o espelho para poder ajudá-lo nessa busca.
Às vezes, é preciso uma pausa nesses dias tão corridos e, nada melhor que um bom livro e um marca-página, para poder parar e refletir não só na leitura como na vida. Há também, um envelope, para que em 2012, você possa reatar com alguém, escrever para uma pessoa distante ou apenas comunicar sua alegria a quem você quer bem.
Em 2012, também esperamos que perceba novas sensações, como ao degustar o delicioso chocolate que fizemos especialmente pra você, que assim comesse o ano experimentando novos sabores.

Por fim, nosso cartão e uma caneta da Odesign, para lembrar que como neste ano, sejamos em 2012 a solução em comunicação, design e interatividade para seu mundo.

Feliz Natal,
Um Novo Amanhã
E um 2012 repleto de conquistas
e oportunidades, diversas e únicas!

Vida de Designer

Como muitos sabem, nossos cogumelos também são designers… Principalmente “web designers” e “graphic designers” (também chamados por alguns de “faz site” e “faz criação”). Mas enfim, hoje me perguntaram quanto cobramos por determinados trabalhos, como criação de logo, ou customização de um uniforme, e coisas do tipo.

vida-de-designer

Ai me lembrei algo que sempre quis compartilhar com nosso adoráveis clientes.  O problema, é que tem alguns clientes que literalmente abusam do “é rapidinho”, ou “tão fácil”, ou ainda “tudo isso? até meu filho/subrinho/primo faz de graça”. Então senhores clientes chatos, quando utilizar tais frases abaixo, lembre que o que pra você o que é só arrastar aqui, ou esticar ali, para nós VERDADEIROS PROFISSIONAIS, não é só isso. Até mesmo porque se fosse, até seu sobrinho faria, certo? Ah ele faz pra você? Ele faz de graça? Que legal, então porque fica me enchendo as paciências por 4 horas, faço o visual todo ao invés de ir fazer com ele?

As frases utilizadas pelos clientes e nossos comentários…

• “Aumenta só um pouco essa letra? Mais um pouco… Só mais um tiquinho. Não tão grande né pô!”
(vai decidir ou não?)

• “Coloca esse amarelo mais vivo?”
(amarelo ovo?)

• “Troca esse vermelho, por amarelo?”
(sangue amarelo?)

• “Será que você pode virar o rosto dela no computador, pra ficar de lado, acho q vai ficar melhor”
(como em uma foto 3×4 escaneada?)

• “E se a gente mudasse o menu pra cá? To achando isso meio parado…”
(com o site pronto para publicação? fdp)

• (Depois de pedir incessantemente pelo estetoscopio na capa do manual médico) “É mesmo, né? Não ficou muito legal….. e agora?”
(eu faleiiiii…)

• “Puxa mais pra ca.. Isso agora mais pra ca, isso, troca essa cor.. agora inclui essa foto… podia mudar aqui ne? hum… po parace que piorou você não está entendendo o que eu quero…”
(quer fazer melhor? fica a vontade)

• “Poderia fazer um logotipozinho, logomarcazinha, marquinha e marquinhazinha pra mim na faixa?” Também válido para “logotipo bem pequenininho”, “simbolo”, “desenho pra colocar no cartão” e “elipse.”
(acham que se usar no diminutivo, fica mais fácil e barato)

• “Tudo isso por um convitezinho???”
(diminutivo de novo)

• “Pô preciso de um folder rapidinho, pra um evento amanha cedo, e preciso mandar para a gráfica tipo pra hoje lá pelas 17:00 pode ser?” (olho pro relógio e ele marca 16:45)

• “Poderia dar um só um jeitinho aqui pra mim?”
(opa claro perai….. *clique no delete* …. pronto, melhorou?)

• “Faz um cartaz pra mim de graça?”
(sim claro, vou pegar pronto um no Print artist mesmo kkkkk)

• “Poderia botar um design no meu site?”
(e acha que eu fiz o que nesses 3 dias de trabalho?)

• “Porra meu, tudo isso? eu só quero uma letra girando, assim ó”
(só preciso dessa notinha de 100 aqui ó)

• “Só preciso de um cartãozinho mixuruca mesmo”
(e eu só preciso de um pagamento mixuruca mesmo)

• “Igualzinho a esse aqui, só vai colocar o meu timbre ao invés do dele aqui em cima, entendeu? Pra não dar trabalho mesmo…”
(CTRL+C e CTRL+V)

• “Sem muitos detalhes”
(tipo Google?)

• ”Isso aí, você coloca no computador e ele faz”
(faz claro, o computador é milagroso)

• “Eu tenho um sobrinho que faz assim…”
(pede pra ele)

• “Eu tenho um sobrinho que faz tudo de graça…”
(já disse, então pede pra ele)

• “Ei, você que mexe com computador…”
(não, eu mexo com grama, tá servido?)

• “Ah foi bom te ver aqui, você não é o cara da informáica?”
(não está escrito no meu uniforme Mundo da Informática porque eu moro lá….)

• “O chefe do departamento ja escolheu até a letra e a cor, agora ficou fácil”
(fica mesmo… só pagar que tudo fica fácil)

• ”Não, não.. você não vai ter trabalho nenhum, mesmo. É so colocar no computador mesmo”
(e acha que pra colocar num dá trabalho?)

• “Na verdade o serviço JÁ ESTÁ PRONTO! É só colocar um pouco de design”
(simples assim…)

• “É só uma firula mesmo né?”
(não)

• “Pra enfeitar o pavão…”
(não sou veterinário nem decorador)

• “Na verdade é porque eu não tenho tempo pra fazer..”
(e eu não tenho grana)

• “Eu confio em você, vê ai alguma coisa em inglês pra colocar como nome empresa…”
(Stupid Bussiness, tá bom?)

• “Depois a gente vê uma maneira de te compensar…”
(eu vejo agora…)

• “Vê ai o que você faz pra mim?”
(nada)

• “Nossa, mas é so um site! Isso tudo?”
(não isso é só a entrada…)

• “TUDO ISSO POR PÁGINA??????”
(cada vez que a pessoa repetir essa frase multiplique o valor)

• “Aproveita pra ver o que aconteceu com o antivirus daqui da loja?”
(claro vou instalar um monte de virus)

• “Ah.. tá.. mas isso já estão incluidas as fotos e as modelos né?”
(claro, as “modelos” da G Magazine)

• “É só esticar aqui, ó”
(estica o dinheiro na minha direção, assim ó)

• “E você usa o computador pra isso?”
(não, eu uso pra fazer bolo)

• “Coisa simples”
(quando o cliente fala isso, nunca é simples)

• “Não você não entendeu é simples mesmo”
(aham, claro… então faz você!)

• “É você não entendeu mesmo”
(não entendo burrês)

• “No Paint (brush) eu a ferramenta do ‘pincelzinho’… Qual você usa nesse Photoshop?”
(procure um curso mais próximo)

• “Só uma galeria de fotos. De umas 1.000 a 5.000, mas é só colocar ali no canto”
(só isso?)

• “Ué, mas é só copiar do jornal.”
(o jornal não tem CTRL+C)

• “Escaneia daqui da revista mesmo”
(CTRL+C e CTRL+V)

• “Você que faz site né?”
(virei mecânico free-lancer)

• “DUZENTOS E CINQUENTA REAIS???”
(subir mais R$ 50,00 a cada grito de desespero)

• “Fotolito? Não, não, não vamos contratar fotografo”
(CTRL+ALT+DEL)

Santa paciência .com .br!!

Fonte: Pé de Cogumelo

O poder do bom design na web

Uma imagem vale por mil palavras? E um site, vale por quantas?
Um bom site, vale quanto mais?

o-poder-do-bom-designer

Seu site é sua história?
Ou é apenas mais um, igual a tantos outras a vagar pela imensidão da internet?
Completamente diferente da maioria de nossos concorrentes, criamos presenças on-line, presenças interativas para uma organização captar muito mais a atenção de seus visitantes, agregar um valor incontestável…

O poder de um site totalmente caracterizado é inegável. Se uma imagem vale mais que mil palavras, então um site vale dez vezes mais.

Pense um segundo sobre os diferentes componentes que compõem um site de qualidade e, visitando nosso portfólio, poderá constatar que acreditamos na diversidade de um mundo cada vez mais interativo, propondo soluções únicas em cada projeto.

O Design
Os elementos gráficos de um site são extremamente poderosos. A forma como sua marca é tecida na aparência geral do projeto causa um impacto que pode facilmente superar outros tipos de mídia.

O Conteúdo
Este é o chamado “mil palavras” e por todos os meios, não que seja necessário esse número literalmente. Seu conteúdo escrito ou visual é extremamente importante quando se trata de transmitir sua mensagem, vender um produto e, trazer visitantes. Mil palavras é apenas o começo dele na maioria dos casos. Todo seu conteúdo escrito deve ser cuidadosamente trabalhado e otimizado para atender perfeitamente a mensagem que a empresa ou organização precisa transmitir, seja uma mensagem de vendas orientada ou apenas de natureza informativa e institucional.

As Imagens
As pessoas adoram boas fotos. Uma fotografia cuidadosamente escolhida, exibida no lugar certo dentro de um layout, pode realmente valer muito mais do que o estereótipo de mil palavras.
Boas imagens agarram a atenção e as emoções emanadas destas, influenciam muito na percepção do projeto num todo. Boas imagens qualificam o projeto, dão respaldo.

Os Componentes Interativos
Um implemento bem concebido é simplesmente inestimável. Formas de interatividade ajudam a criar um clima de XX e constroem impressões adicionais, geram espectativa. Sites são perfeitos para a interatividade de maneira que outras mídias em nada podem se comparar.
Abusamos de interatividade, criatividade oferecendo utilidade real e não animações démodé que mais parecem do início da década de 90 quando a web ainda era insipiente.

Os vídeos
Não poderíamos deixar de falar dos vídeos. Quando você pensa no impacto que apenas uma simples foto pode ter, não é difícil ver como um bom vídeo habilmente utilizado pode multiplicar-se em impactos maiores…

Um bom projeto para a web, precisa se impor, chega do “mais do mesmo”, é preciso construir novas tendências, é necessário mudarmos o prisma de que na web tudo é igual, aqui não tem nada de arte fácil, aqui, construímos projetos focados no mercado do cliente e em estudos sérios, aqui, construímos interfaces para a realidade de cada cliente.

Colocando tudo isso junto e em prática com componentes e fórmulas secretas da nossa criação, nossos projetos tornam-se muito mais poderosos do que quaisquer formas de mídias isoladas…

Pense nisso, um bom site, vale muito mais que mil palavras…

.