Windows 8 para tablets terá aparência diferente da nova versão para PCs

O presidente da Microsoft, Steve Ballmer, afirmou em janeiro, na abertura do Consumer Electronics Show 2011, que a nova versão do sistema operacional Windows será compatível não apenas com os computadores tradicionais, com arquitetura Intel, mas também com equipamentos mais leves, com processadores ARM e tela sensível ao toque. Mas embora PCs e tablets compartilhem as entranhas do Windows 8, cada tipo de aparelho poderá exibir uma “cara” diferente, mais adaptada ao formato do aparelho.

Segundo fontes ligadas à empresa de Redmond, a decisão da Microsoft de criar uma interface gráfica específica, e não um sistema operacional completamente independente para tablets, foi tomada com base na percepção da empresa de que o principal ativo da companhia é a onipresença do Windows — e do pacote Office — no ambiente corporativo.

“Acreditamos que o usuário vai querer fazer com o tablet tudo o que ele faz em seu computador no escritório”, afirmou, o vice-presidente sênior da divisão de comunicações móveis da Microsoft, Andy Lees, durante evento no Mobile World Congress de Barcelona. Por isso, segundo Lees, a empresa desistiu de simplesmente adaptar o Windows Phone 7, sistema operacional da empresa utilizado em telefones celulares e que será adotado pela Nokia, para a tela maior dos tablets.
A principal vantagem, do ponto de vista do consumidor, é que será possível utilizar, nos tablets, programas desenvolvidos para Windows. Isso não é possível, por exemplo, com o iPad, que não é compatível com aplicativos criados para computadores Mac.

Abordagem diferente

A estratégia adotada pelas maiores concorrentes da Microsoft -- a Apple, com o iPad, e o Google, dono do sistema Android -- é diferente. Na companhia de Steve Jobs, por exemplo, o iPhone até chegou a ser anunciado, em 2007, como um telefone rodando Mac OS X. Mas, quando chegou ao mercado, o que se viu foi um aparelho com sistema que bebia nas mesmas fontes -- ou seja, Unix -- que os computadores da Apple, mas sem compatibilidade com os programas feitos para a plataforma Mac OS X.

O Google também mantém linhas diferentes de desenvolvimento para computadores tradicionais e para tablets e celulares - embora, no caso da gigante das buscas, o jogo tenha se invertido, já que o sistema para PCs, o Chrome OS, é mais novo que o Android.

E, Tablet Xoom, da Motorola, chega ao mercado nesta quinta

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O tablet Xoom, da Motorola, chega nesta quinta-feira ao mercado norte-americano. O aparelho será o primeiro a rodar a versão 3.0 do sistema operacional Android, da Google, chamada de Honeycomb – que é o primeiro Android projetado especificamente para equipamentos prancheta.

O dispositivo é considerado por muitos o primeiro grande adversário para o iPad, da Apple, no mercado de tablets. Conforme a “CNN“, o Xoom custará US$ 600 nas lojas da Verizon para clientes que assinarem um contrato de dois anos com a operadora.

Uma das desvantagens apontadas no Xoom em comparação com o concorrente é o preço, já que o iPad 3G sai por US$ 629 sem necessidade de contrato. O Motorola, sem contrato, custa US$ 800. Uma versão apenas com conexão wi-fi – que reduziria o preço – é prometida pela fabricante, mas sem data especificada.

Xoom vai rodar Flash

Ao contrário do que foi especulado recentemente, o aparelho da Motorola irá rodar Flash - o que não ocorre no iPad. A Adobe informou que uma versão atualizada está disponível para download no aparelho algumas semanas após seu lançamento.

O Xoom poderá armazenar até 32 gigabytes de dados. Outra vantagem com relação ao iPad serão as duas câmeras para chamadas em vídeo.

Prometo que este será o último post sobre tablets, que rodam Flash e que vão ao encontro da evolução e de encontro à Apple…

O verdadeiro webdesign

A web anda chata e abusa da mesmice, mas a culpa é de quem?
O que falta mesmo em muitos cases é ousadia!

O embate entre Apple e Adobe sobre o Flash teve presença garantida na grande mídia especializada em tecnologia e nos papos entre geeks, designers e programadores.
Quem vencerá? O Flash perderá força com os novos recursos do HTML5? Todas essas questões e tantas outras foram exaustivamente debatidas.

Para o internauta (cliente do cliente), isso não parece ter qualquer importância. O que ele realmente que saber é quando a web ficará mais interessante. Com exceção de sites de nicho (como os da Odesign), que abusam de interação e criatividade, os portais e páginas mais visitadas da web andam muito parecidas. Mudam as cores, os logos, mas o resto segue um padrão já cansativo ao estilo art fácil.

É como se algumas regras e procedimentos tivessem atingido um consenso estável, quase uma garantia de sucesso. E quando alguma coisa muda, todos os sites mudam juntos. Ontem as abas dominavam a navegação, hoje os grandes menus passam a tomar conta das interfaces. Sim, padrões são importantes, pois oferecem uma sensação de familiaridade que facilita o uso dos sites. Mas isso não deveria ser sinônimo de “mesmice”.

Tudo isso pode ser muito decepcionante para quem achava que a internet iria nos livrar da informação padronizada da mídia de massa. Correndo por fora, os sites de jornalismo participativo e os blogs de nicho oferecem análise crítica sobre os fatos contemporâneos. Eles também conseguem colocar tempero nas informações sem sal dos sites da “cabeça” da curva. Pena que a maior parte deles seja desconhecida do grande público.

Mas, não podemos pensar que o Flash é o vilão da história, nem que o HTML5 e que as novas linguagens de programação sejam a redenção. O que precisamos é de mais ousadia, mais criatividade. O resultado dessa velha fórmula será mais prazer e mais conversões.

Mais criatividade. Recomendo uma visita ao nosso portfólio onde fica estampada a criatividade em projetos únicos sem templetes com cara de art fácil.
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Google integra Adobe Flash Player ao Google Chrome

Medida levará mais comodidade e segurança aos internautas, diz empresa.

O Google anunciou uma parceria com a Adobe para “aprimorar a experiência” dos usuários do Google Chrome em sites que utilizam a tecnologia Flash. Pela iniciativa o navegador do Google agora terá um “Flash Player” integrado, em vez de utilizar um plug-in separado como é feito atualmente.

Segundo o Google, as vantagens da integração incluem mais comodidade para o usuário (que não precisará baixar e instalar um plug-in separadamente), mais segurança (o Flash Player será instalado e atualizado automaticamente, junto com o navegador, evitando o risco de segurança associado ao uso de versões antigas) e mais estabilidade.

Além disso Adobe, Google e Mozilla estão trabalhando em uma especificação técnica para uma nova interface padronizada para plugins de navegador, que pode reduzir ou eliminar problemas causados pelas interfaces atuais, como perda de desempenho e falhas de segurança.

Por enquanto o novo Google Chrome com Flash Player integrado está disponível apenas aos desenvolvedores, em versões para Linux e Windows. Ainda não há data definida para lançamento de uma versão para o público em geral.

Fonte: fael Rigues, iG São Paulo

Adobe X Apple

Porrada, porrada!

Enquanto Adobe e Apple trocam socos, são os desenvolvedores que levam a pior.

Parece ser uma briga sem fim. A Apple bloqueou o Flash completamente no iPhone OS, sistema operacional do iPod touch, iPhone e iPad.

A relação entre as duas empresas sofreu um gelo desde que a Apple omitiu o suporte ao Flash desde a estreia do iPhone. Como consequência, a Adobe planejou permitir que os desenvolvedores implantassem conteúdo aos aparelhos da Apple via apps criados no CS5. Mas dias depois do lançamento do CS5, a Apple lançou uma bomba: alterou a cláusula 3.3.1 da licença de programa para desenvolvedores. Agora, lê-se que os aplicativos devem ser “originalmente escritos em Objective-C, C, C++, ou JavaScript como executado pelo engine Webkit do iPhone OS”. Traduzindo: “Querida Adobe, vá se ferrar. Beijos, Apple”.

Seguiu-se uma guerra de palavras. Steve Jobs, da Apple, escreveu numa carta aberta: “Por quase qualquer definição, o Flash é um sistema fechado”, chamando-o de “razão número 1″ pela qual os Macs dão problema. Chamando a carta de “cortina de fumaça”, o CEO da Adobe, Shantanu Narayen, respondeu: “Não tenho conhecimento de que o Flash cause falência. Tem muito a ver com o sistema operacional da Apple”.

O desenvolvedores ficaram separados. Alguns apoiaram a Adobe, dizendo se tratar de tentavia da Apple de matar a concorrência. Outros defenderam a Apple, alegando que se o Flash-para-iPhone ficasse popular, a Apple ficaria dependente das atualizações da Adobe. Mike Chambers, da Adobe, confirmou que “não haveria investimentos adicionais” no CS5 para mirar o iPhone OS.
O VP da Google, Andy Rubin, deixou claro o suporte de AIR no Android, criando uma aliança clara contra a Apple.

Para o usuário final, tudo é insignificante.

…Eu fico
Com a pureza da resposta das crianças
É a vida, é bonita e é bonita…

Para nós, criativos, designers, desenvolvedores, que rejeitamos o “quadrado” da vida, continuemos trabalhando, a Apple ainda não sabe o que fez (rsrsrs).