Papa Francisco chega aos 15 milhões de seguidores no Twitter.

A conta oficial do Papa Francisco no Twitter, escrita em nove idiomas, superou nesta segunda-feira número de quinze milhões de seguidores. O sacerdote tem ao todo 15.006.027 seguidores no Twitter.

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A língua mais acompanhada é o espanhol, com 6.479.989 milhões de usuários. Em seguida, aparecem as versões em inglês (4.367.249), italiano (1.868.219), português (1.123.806), francês (291.896), latim (271.693), polonês (251.246), alemão (206.366) e árabe (145.563).

Francisco é uma das figuras mais seguidas no Twitter. O pontífice argentino utiliza frequentemente a rede social para se comunicar. Hoje, o papa escreveu sobre o conflito armado no Iraque. “Tantos inocentes foram expulsos de suas casas no Iraque. Senhor, pedimos-vos que eles possam em breve retornar”, afirmou o papa.

A conta foi inaugurada em 2012 pelo então Papa Bento XVI. Em 28 de fevereiro de 2013, quando ele anunciou sua renúncia, o número de seguidores era de três milhões. A conta foi suspensa durante a Sé Vacante, período entre a renúncia e a escolha de Francisco (13 de março).

Em 17 de março do mesmo ano a conta foi reativada já com o nome de Francisco.

Microsoft poderá mudar o nome do Internet Explorer

A Microsoft está considerando mudar o nome de seu navegador, o Internet Explorer (IE). Durante uma sessão de perguntas e respostas na rede social Reddit, um engenheiro da empresa americana revelou que a mudança da marca e do nome está sendo discutida “internamente”.

“Eu me lembro de particularmente uma longa conversa no e-mail com uma série de pessoas debatendo. Muitas ideias foram aparecendo sobre como podemos nos separar das percepções negativas que não refletem mais nosso produto nos dias de hoje”, afirmou Jonathan Simpson, engenheiro da companhia.

Simpson ainda recorda que essa discussão foi bem recente, apenas algumas semanas atrás.

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Atualmente, o Internet Explorer possui 58% do mercado, quase o triplo do seu principal concorrente, o Google Chrome, segundo pesquisa da Net Applications. No entanto, a companhia perdeu terreno nos últimos anos – em 2003 a fatia de mercado da Microsoft era de 95%.

Uma das razões para a perda de espaço é a entrada e aperfeiçoamento de browsers como Opera, Safari, Firefox e o Chrome. Outro motivo foram falhas de segurança em versões anteriores, como a lacuna de atualização no IE6.

“Não é um sentimento bom. Especialmente sabendo que muitas vezes a decisão de não usar Internet Explorer está baseada em uma experiência de uma década atrás, em um IE muito diferente”, disse Simpson.