A Busca Social

Facebook trabalha em um sistema de buscas que será lançado em seis meses, reforçando a tese de que a BUSCA SOCIAL é hoje uma forte tendência.

markzuckerberg

Mark Zuckerberg afirmou na última quarta-feira que o Facebook poderá ser usado para buscar o “último videoclipe da Shakira” e muito mais nos próximos seis meses. O presidente-executivo da maior rede social do mundo, com 1,32 bilhão de usuários mensais, afirmou que sua companhia tem trabalhado em um algoritmo de busca e espera que ele esteja bem melhor em futuro próximo, informa o Wall Street Journal.

“Tem um grande potencial, um monte de questões que apenas o Facebook pode responder que os outros serviços não conseguem responder para você”, disse Zuckerberg. Com esta nova iniciativa, o Facebook tentará manter seus usuários mais tempo na rede social, via celular ou aplicativo, além de entrar em disputa com os buscadores Google e Bing da Microsoft.

Mark Zuckerberg afirmou que os engenheiros da rede gostam de lembrá-lo que criar um mecanismo de busca para achar conteúdo na rede social – trilhões de posts, disse o jovem executivo – é uma tarefa maior que a atual busca na internet. “Tem tanto conteúdo que precisa ser indexado”, disse o executivo.

O usuário é o principal foco, não o Google

Em um artigo publicado por Gianluca Fiorele, SEO da empresa lloveSEO, ele admite que sua maior dor de cabeça é o Google, não porque ele decidiu não receber informações sobre os sites, mas entre várias justificativas, pela mudança que o Google está fazendo em suas ferramentas e nos mecanismos de buscas, ferramentas estas que já estamos acostumados.


A verdadeira pergunta que está causando minha dor de cabeça é: o que o Google realmente quer com todas essas mudanças? Vou começar citando a definição de SEO que o Google dá em seus guias:

Search engine optimization (otimização de mecanismos de buscas, em português) significa colocar o melhor do seu site à frente, quando se trata de visibilidade em mecanismos de busca, mas seus consumidores finais são seus usuários, não os mecanismos em si.


É isso, seus consumidores finais são seus usuários, não os mecanismos de buscas do Google. Deixando de ter, cada vez mais, conteúdo atrativo, perde-se por um lado o consumidor que é atraído pela marca, pela identidade do produto (aquele que conhece a marca, usa e respira a marca) e tentando atrair visitantes desconhecidos oferecendo muitas vezes um conteúdo mais duro, fora do contexto geral da marca.

As redes sociais devem fazer isso, trazer para o site (institucional) os novos visitantes. Pelo menos esse era o caminho.


O usuário é o rei
O SEO técnico ainda importa, mas isso não significa que ele seja sinônimo de SEO. As palavras “usuário” e “útil” têm a mesma raiz: uso. E um usuário acha um site útil quando ele oferece as respostas que ele precisa, e se seu uso é fácil e rápido.


É interessante parar para refletir e prestar atenção aonde estamos indo. Precisamos oferecer na web, conteúdos que vão ao encontro da identidade e filosofia da empresa e não como o Google ou quaisquer empresas querem. Na verdade, o Google não mostra o que queremos, ele mostra o que ele quer mostrar, do contrário, nunca exisitiram os anúncios pagos e, com o Google+ muitas intromissões acontecerão ainda em suas buscas.

Como o Google exibirá seu anúncio

O Google anunciou que está mudando seu sistema de anúncios publicitários, dando mais “transparência e escolha” ao usuário. Agora, qualquer pessoa pode saber como e por que está recebendo uma propaganda específica.

Uma aba, localizada ao lado dos anúncios oferecidos no Gmail e no buscador da empresa, chamada “Por que esse anúncio?” aparecerá para os usuários nas próximas semanas. Ela dará a oportunidade de saber por que aquele anúncio específico foi exibido e como ele foi personalizado e direcionado para você.

Com isso, a empresa espera oferecer melhores anúncios ao usuário – quer dizer, anúncios melhor direcionados, baseados em sua geolocalização, língua de seu país e até de pesquisas recentes.

A opção Ads Preferences Manager (Gerenciador de Preferência de Anúncios, em português) também será habilitada em breve. Com ela, você poderá escolher quais anúncios quer receber, podendo voltar atrás e desfazer a escolha a hora que quiser.

Com isso, ao que tudo indica, o usuário terá mais controle sobre o que vê. Nas palavras da empresa, “é importante ter escolha sobre os tipos de anúncios que são mostrados para você. Se você desejar não ver anúncios personalizados, a escolha é sua”.

Tablets Honeycomb com processadores Intel

A Intel fez negociações com a Google para garantir a implementação de processadores da companhia em tablets com Android Honeycomb (3.0). De acordo com o Digitimes, os tablets estão previstos para serem lançados no terceiro trimestre deste ano.
Android

Pensando em atrair fabricantes de tablets, a gigante de semicondutores ainda planeja garantir um subsídio de US$ 10 por cada tablet com processador Intel vendido. Essa é a mesma estratégia usada por várias companhias na fabricação de PCs.

Também há rumores de que a Intel estaria ingressando no mercado de smartphones, estabelecendo parceria com a fabricante chinesa ZTE.

O verdadeiro webdesign

A web anda chata e abusa da mesmice, mas a culpa é de quem?
O que falta mesmo em muitos cases é ousadia!

O embate entre Apple e Adobe sobre o Flash teve presença garantida na grande mídia especializada em tecnologia e nos papos entre geeks, designers e programadores.
Quem vencerá? O Flash perderá força com os novos recursos do HTML5? Todas essas questões e tantas outras foram exaustivamente debatidas.

Para o internauta (cliente do cliente), isso não parece ter qualquer importância. O que ele realmente que saber é quando a web ficará mais interessante. Com exceção de sites de nicho (como os da Odesign), que abusam de interação e criatividade, os portais e páginas mais visitadas da web andam muito parecidas. Mudam as cores, os logos, mas o resto segue um padrão já cansativo ao estilo art fácil.

É como se algumas regras e procedimentos tivessem atingido um consenso estável, quase uma garantia de sucesso. E quando alguma coisa muda, todos os sites mudam juntos. Ontem as abas dominavam a navegação, hoje os grandes menus passam a tomar conta das interfaces. Sim, padrões são importantes, pois oferecem uma sensação de familiaridade que facilita o uso dos sites. Mas isso não deveria ser sinônimo de “mesmice”.

Tudo isso pode ser muito decepcionante para quem achava que a internet iria nos livrar da informação padronizada da mídia de massa. Correndo por fora, os sites de jornalismo participativo e os blogs de nicho oferecem análise crítica sobre os fatos contemporâneos. Eles também conseguem colocar tempero nas informações sem sal dos sites da “cabeça” da curva. Pena que a maior parte deles seja desconhecida do grande público.

Mas, não podemos pensar que o Flash é o vilão da história, nem que o HTML5 e que as novas linguagens de programação sejam a redenção. O que precisamos é de mais ousadia, mais criatividade. O resultado dessa velha fórmula será mais prazer e mais conversões.

Mais criatividade. Recomendo uma visita ao nosso portfólio onde fica estampada a criatividade em projetos únicos sem templetes com cara de art fácil.
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