Designers, o que de fato fazemos?

Quando conversamos com um cliente/parceiro, esse precisa entender que estamos oferecendo uma consultoria em design e, quando é indagado se podemos explorar outros conceitos criativos para o problema em questão além do proposto por ele, a resposta é um Não, algo está errado, pois não somos taxistas, somos consultores em design.

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Você chega em uma fila de taxistas e pede para um levá-lo até sua casa. Tudo que tem a fazer é informar o destino e pagar a conta ao final da corrida. Seria uma solução direta e sem muitos compromissos. Contudo, o ideal seria ser atendido por um consultor em transportes. É preferível ter a oportunidade de explicar as necessidades a um consultor em transportes, pois há diversos compromissos, orçamento limitado e pouco tempo para chegar ao destino, assim, eu, gostaria que esse consultor me apresentasse a melhor solução. Poderia até apresentar algumas alternativas.

Essa analogia serve para mostrar que designers não devem ficar satisfeitos em apenas serem os “taxistas”, mas sim os consultores, para conduzir a uma solução correta, direta e com foco no mercado. Devemos ser os parceiros na solução de problemas.

Compartilhe responsabilidades, ande junto com o cliente/parceiro
Você vai ao médico, certo? Você poderia ser considerado um cliente para seu médico. Agendaria uma consulta e pagaria pelos seus serviços. Ele poderia dar uma receita para proporcionar um alívio imediato, mas que não resolveria o problema de saúde a longo prazo. Ele poderia ser um grande especialista, que conseque diagnosticar um problema mais complexo, a partir dos pequenos sintomas. Nesse caso, é necessário ser parceiro. É preciso confiar nele e fornecer todas as informações necessárias para a formulação do diagnóstico correto. Sem isso, o médico provavelmente não poderia indicar um tratamento preciso.

O mesmo acontece com projetos de design.

Precisamos desenvolver uma relação de confiança mútua, para nos tornarmos parceiros e não apenas prestadores de serviços. Com isso, conseguiremos realizar projetos maiores e mais criativos.

Os resultados serão muito mais significativos e duradouros, com o cliente/parceiro entendendo que ao contratar ou solicitar os serviços de um designer agência/stúdio, deve aceitar que contrata uma consultoria, um estudo de mercado com experiência e capacidades para transformar materiais gráficos ou virtuais em soluções visuais.

Sejamos consultores e nossos clientes, parceiros.

Bibliografia Selecionada:
Briefing: A Gestão do Projeto de Design

O poder do bom design na web

Uma imagem vale por mil palavras? E um site, vale por quantas?
Um bom site, vale quanto mais?

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Seu site é sua história?
Ou é apenas mais um, igual a tantos outras a vagar pela imensidão da internet?
Completamente diferente da maioria de nossos concorrentes, criamos presenças on-line, presenças interativas para uma organização captar muito mais a atenção de seus visitantes, agregar um valor incontestável…

O poder de um site totalmente caracterizado é inegável. Se uma imagem vale mais que mil palavras, então um site vale dez vezes mais.

Pense um segundo sobre os diferentes componentes que compõem um site de qualidade e, visitando nosso portfólio, poderá constatar que acreditamos na diversidade de um mundo cada vez mais interativo, propondo soluções únicas em cada projeto.

O Design
Os elementos gráficos de um site são extremamente poderosos. A forma como sua marca é tecida na aparência geral do projeto causa um impacto que pode facilmente superar outros tipos de mídia.

O Conteúdo
Este é o chamado “mil palavras” e por todos os meios, não que seja necessário esse número literalmente. Seu conteúdo escrito ou visual é extremamente importante quando se trata de transmitir sua mensagem, vender um produto e, trazer visitantes. Mil palavras é apenas o começo dele na maioria dos casos. Todo seu conteúdo escrito deve ser cuidadosamente trabalhado e otimizado para atender perfeitamente a mensagem que a empresa ou organização precisa transmitir, seja uma mensagem de vendas orientada ou apenas de natureza informativa e institucional.

As Imagens
As pessoas adoram boas fotos. Uma fotografia cuidadosamente escolhida, exibida no lugar certo dentro de um layout, pode realmente valer muito mais do que o estereótipo de mil palavras.
Boas imagens agarram a atenção e as emoções emanadas destas, influenciam muito na percepção do projeto num todo. Boas imagens qualificam o projeto, dão respaldo.

Os Componentes Interativos
Um implemento bem concebido é simplesmente inestimável. Formas de interatividade ajudam a criar um clima de XX e constroem impressões adicionais, geram espectativa. Sites são perfeitos para a interatividade de maneira que outras mídias em nada podem se comparar.
Abusamos de interatividade, criatividade oferecendo utilidade real e não animações démodé que mais parecem do início da década de 90 quando a web ainda era insipiente.

Os vídeos
Não poderíamos deixar de falar dos vídeos. Quando você pensa no impacto que apenas uma simples foto pode ter, não é difícil ver como um bom vídeo habilmente utilizado pode multiplicar-se em impactos maiores…

Um bom projeto para a web, precisa se impor, chega do “mais do mesmo”, é preciso construir novas tendências, é necessário mudarmos o prisma de que na web tudo é igual, aqui não tem nada de arte fácil, aqui, construímos projetos focados no mercado do cliente e em estudos sérios, aqui, construímos interfaces para a realidade de cada cliente.

Colocando tudo isso junto e em prática com componentes e fórmulas secretas da nossa criação, nossos projetos tornam-se muito mais poderosos do que quaisquer formas de mídias isoladas…

Pense nisso, um bom site, vale muito mais que mil palavras…

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Qual é a fonte?

Essa dica salvará seu tempo quando aparecer um cliente que tem uma logo em um formato bitmap de baixa qualidade e precisa realizar uma ampliação, ou até mesmo mudar o slogan da empresa.

blog.odesign.com.br

Imagine o trabalho que da vetorizar a imagem acima.
Seria muito mais fácil descobrir o nome da fonte !

Quando o trabalho final é salvo em bitmap todas as informações de fontes são perdidas, ficando salvo apenas no software onde todo o trabalho foi desenvolvido.

Entretanto se não tiver o arquivo original, muito menos a fonte, há uma solução muito eficaz. O site My Fonts possui uma página especifica em que você faz o upload da imagem contendo os caracteres que você quer descobrir.

Quanto maior a qualidade da imagem que você enviar mais fácil vai ser para descobrir a original da fonte. O que o programa faz é seguir o contorno da fonte e comparar com as outras existentes no banco de dados do site. É claro que essa comparação não é perfeita mas na maioria dos casos é possível descobrir o nome da fonte facilmente.

Caso você precise descobrir o nome de uma fonte muito complicada uma dica é utilizar apenas um caractere, assim fica mais fácil para o programa não se confundir com outra fonte.

Este artigo é matéria do site A Primeira Visão
Parceiro e Colaborador da Odesign

Há 6 anos…


Poucas agências virtuais têm a capacidade e disposição em atender clientes de segmentos distintos. Talvez seja por isso também que a Odesign conseguiu construir, ao longo dos seus 6 anos de estrada, um diferencial e um conceito único em soluções inteligentes para seus clientes tornando-se referência na construção de projetos em Flash e interatividade à web.

A experiência adquirida por cada um, dentro da estrutura de freelas e equipe interna, foi pré-requisito para uma base mais sólida que possuímos hoje.
Nosso começo foi em uma mini-sala, difícil até para receber clientes e, onde o melhor visitá-los. Nesta caminhada, um dos desafios foi criar a infra-estrutura física que o novo escritório tem, com sala para reunião, laboratório de impressão digital e sala de entretenimentos.
Depois de 6 anos de estrada, o escritório agora é amplo, permitindo o crescimento da equipe que hoje conta com três designers, um programador, um arte-finalista, uma gerente de contas e comercial, mais dois vendedores externos.

Essa evolução deve-se a oferta de serviços nas áreas de design gráfico e webdesign, que permitiu nesse pequeno período à Odesign desenvolver um portfólio consistente, rico e diversificado.


Nossas conquistas, são nossos clientes.

Ao escolher uma agência para desenvolver seu projeto web, avalie seu portfólio, sua pluralidade e como esta oferece seus serviços

A Criação
A Odesign desenvolve seus projetos em etapas criativas e, como cada cliente tem características e necessidades diferentes, os projetos também são encaminhados de maneira distinta, porém, seguem uma lógica de criação dividida em 4 etapas: geração de ideias, layout e identidade visual para o projeto, estudo de tecnologia e programação necessárias, soluções diferenciadas para a web e testes finais e de usabilidade.

A cada início de projeto, procura-se discutir com toda a equipe o processo criativo para gerar ideias ao projeto, alternativas ao desenvolvimento e para que o cliente se reconheça nele, no produto final ou a cada etapa apresentada. Isso por si só cria um processo de contínuo aprendizagem da equipe no desenvolvimento de novas soluções, desafios e dificuldades estabelecidas. A cada projeto, saímos mais capazes de oferecer serviços melhores, evoluindo sempre.

Apostamos, desde o início, no alinhamento entre a prática de design e as possibilidades tecnológicas com novos recursos e muita interatividade à web. E, para o futuro, mais informação, diferenciação e soluções para um mundo cada vez mais diverso.

O verdadeiro webdesign

A web anda chata e abusa da mesmice, mas a culpa é de quem?
O que falta mesmo em muitos cases é ousadia!

O embate entre Apple e Adobe sobre o Flash teve presença garantida na grande mídia especializada em tecnologia e nos papos entre geeks, designers e programadores.
Quem vencerá? O Flash perderá força com os novos recursos do HTML5? Todas essas questões e tantas outras foram exaustivamente debatidas.

Para o internauta (cliente do cliente), isso não parece ter qualquer importância. O que ele realmente que saber é quando a web ficará mais interessante. Com exceção de sites de nicho (como os da Odesign), que abusam de interação e criatividade, os portais e páginas mais visitadas da web andam muito parecidas. Mudam as cores, os logos, mas o resto segue um padrão já cansativo ao estilo art fácil.

É como se algumas regras e procedimentos tivessem atingido um consenso estável, quase uma garantia de sucesso. E quando alguma coisa muda, todos os sites mudam juntos. Ontem as abas dominavam a navegação, hoje os grandes menus passam a tomar conta das interfaces. Sim, padrões são importantes, pois oferecem uma sensação de familiaridade que facilita o uso dos sites. Mas isso não deveria ser sinônimo de “mesmice”.

Tudo isso pode ser muito decepcionante para quem achava que a internet iria nos livrar da informação padronizada da mídia de massa. Correndo por fora, os sites de jornalismo participativo e os blogs de nicho oferecem análise crítica sobre os fatos contemporâneos. Eles também conseguem colocar tempero nas informações sem sal dos sites da “cabeça” da curva. Pena que a maior parte deles seja desconhecida do grande público.

Mas, não podemos pensar que o Flash é o vilão da história, nem que o HTML5 e que as novas linguagens de programação sejam a redenção. O que precisamos é de mais ousadia, mais criatividade. O resultado dessa velha fórmula será mais prazer e mais conversões.

Mais criatividade. Recomendo uma visita ao nosso portfólio onde fica estampada a criatividade em projetos únicos sem templetes com cara de art fácil.
www.portfolio.odesign.com.br