A importância da internet para o seu negócio

A internet cada vez mais faz parte ativa da vida das pessoas, e atualmente o mundo é globalizado e conectado. Quando você procura um serviço ou uma empresa, a primeira coisa que faz é realizar uma busca na internet. Hoje, aproximadamente 70 milhões de brasileiros estão online, seja em casa ou no trabalho, passando em média 27 horas por mês conectados, se informando, se comunicando, trocando dados ou comprando, e é fundamental saber se comunicar com esse enorme público.


O primeiro e mais simples objetivo é você ser encontrado. O fortalecimento da marca, seu posicionamento, maior alcance e, consequentemente, melhor relacionamento com clientes e aumento das vendas, também são outros pontos que são possíveis alcançar estando na internet.

A Importância da Internet
Você ouvirá muito sobre outras estratégias de marketing digital, como marketing viral, mobile marketing, ações nas redes sociais, advergaming, etc. Enfim, uma gama de alternativas a serem empregadas para que sua empresa tenha sucesso na web. Porém, o mais importante é ter um conteúdo compatível com seu consumidor, personalizado para sua empresa e segmento, ter o conhecimento a seu favor, ter uma estratégia de atuação consistente e, assim, colher bons resultados.


Hoje, a Odesign possui casos de sucesso administrando páginas no Facebook e demais redes sociais, como as da FreeSurf, Jeimons, CodeSkateboard, além de outras, todas com foco em seus respectivos públicos, construindo um engajamento e interação eficazes, fazendo com que sua marca, cada vez mais em evidência, traga mais clientes em potencial, pessoas e fãs que realmente fortalecerão sua posição na rede.

O valor do design

Muito já se falou no valor do design e do que pode alavancar uma marca, posicioná-la com um trabalho focado e bem elaborado.

Entretanto, definir preços ainda é uma arte
Um dos aspectos mais desafiadores do design comercial é estipular o preço desses serviços. É muito importante estabelecer quantas horas do seu dia são utilizáveis.
Uma história relata muito bem isso. Diz a lenda que Pablo Picasso estava rascunhando em um parque quando uma mulher se aproximou e pediu que fizesse seu retrato. Ela deixou claro que pagaria pelo trabalho. Picasso concordou e, depois de poucos momentos de estudo, usou apenas um traço para capturar a imagem da mulher.

- Está perfeito – maravilhou-se a mulher. – Em pouquíssimo tempo, você conseguiu capturar toda a minha essência com apenas um traço. Muito obrigada. Quanto lhe devo?

- Cinco mil dólares – respondeu o artista.
- O quê? Mas isso só lhe tomou cinco minutos!
- Madame, isso levou minha vida inteira.

A experiência que o artista conquistou com duras horas de aprendizado e estudo, muitas vezes não são levadas em consideração por alguns clientes, mas, estes clientes não devem ser clientes, devem ficar fora da lista de parceiros.

Um dos maiores problemas de se trabalhar por projetos é que você é pago pelo seu tempo. A experiência dita o preço da hora, mas não considera a velocidade da tarefa. Então, se me pedem para projetar um site e eu faço algo bem rápido que atende às necessidades do cliente e seus usuários, não posso cobrar pelo tempo que demorei na tarefa, e sim pela experiência que conquistei ao longo dos anos e que permitiu que eu fizesse aquilo em tão pouco tempo. É uma diferença sutil e importante, que você deve ter sempre em mente.

Relação com os clientes
Apesar de o “cliente ter sempre razão”, não se esqueça de quem é o designer. O cliente o contratou porque acredita que você sabe e conhece o que faz. É provável que o tenham escolhido depois de olhado seus trabalhos anteriores e reputação, então devem respeitar seus conhecimentos como o profissional que é. Infelizmente, esse não é sempre o caso. O cliente pode esperar que o designer realize quaisquer pedidos enviados na hora. Assim, você fica tentado a ceder para não causar problemas. Mas cudiado! Resista à tentação e defenda seu ponto de vista. O cliente deve respeitar suas opiniões, pois design não é uma via de mão única, é uma conversa também.

Reconhecendo maus clientes
Nem todo negócio é bom negócio

Há muito cliente ruim por aí, mas como fazer a distinção entre eles? Quando tento decidir se vale a pena fechar um negócio, esses fatores são levados em consideração:

1. Pedidos exagerados;
2. Quando mal conseguem explicar nem o que seu negócio faz;
3. A mais importante. Não aceitam suas soluções. Ou pior: eles oferecem a solução de design;
4. O cliente quer que você faça “algo pequeno primeiro”. Pode apostar que não há nada de grande;
5. Sempre pedir descontos. Se eles sempre, sempre pedem para que você reduza seu preço, eles podem não dar valor ao seu trabalho. Se o cliente quer mais barato, reduza também o que o projeto oferece;
6. Prazo: É para ontem? Sim? Então o cliente deseja pagar um adicional de emergência?

“A melhor forma de conseguir bons trabalhos é produzir bons trabalhos. Quanto mais trabalhos bons você fizer, mais gente vai querer trabalhar com você”
Ian Coyle (iancoyle.com)

Os trabalhos da Odesign estão em nosso portfólio.

Web design, criação de sites e a importância da informação

Web design e a informação

Há uma diferença conceitual marcante entre design nos meios tradicionais, como no gráfico e o design aplicado na web. Na web, a estética deve ser moldada ao dispositivo que acessa ao site. No meio gráfico é possível prever como o usuário final verá a estética do produto, já na web isto é improvável, pois a aparência pode e deve mudar radicalmente de acordo com o sistema operacional utilizado, configurações pessoais, navegadores, resoluções de tela e dispositivos, como celular, TV, leitores de telas entre outros. Por esses motivos, a informação (HTML) deve trabalhar independente da formatação (CSS) e do comportamento (scripts), que são recomendações do W3C.

A World Wide Web Consortium (W3C) é o órgão responsável por recomendar padrões de desenvolvimento para a internet. Por meio destes padrões se pode classificar: web sites de acordo com suas características técnicas, indo além do visual e; navegadores, de acordo com sua capacidade em atender aos padrões definidos.



As vantagens de se ter um site, um conceito e uma identidade na web
A internet tornou-se a maior ferramenta de marketing do mundo, e também a mais acessível.
Tudo isso se deve ao seu alcance de grande parcela da população mundial acarretada pela sua dinamização e disseminação crescentes no planeta. A tendência do mercado atual é que cada vez mais as empresas necessitem de um segundo endereço, o virtual. De modo que divulguem seu conteúdo para se sobreporem ao seu concorrente que possivelmente já têm sua página na internet. Um endereço virtual gera publicidade e credibilidade por parte do internauta e consumidor.

Os benefícios de se possuir uma identidade virtual são vários, e podemos apontar como os principais o fato de que a internet é o meio que passa as devidas informações de maneira mais rápida e objetiva.

Torna a relação mais amigável com o consumidor, por diminuir significativamente as necessidades de inconveniências inerentes às outras formas de divulgação como: Telemarketing, Panfletos poluentes, Correspondência e Outdoor que causam poluição visual e ambiental. Desse modo, esclarece mais que todos os meios anteriores citados e com mais elegância se for contratado o profissional correto para direcioná-lo devidamente.
Outra vantagem que leva sobre as outras formas de anúncios, é que pode ser acessado a qualquer hora e lugar que tenha internet, tornando mais conveniente e as propostas oferecidas sendo analisadas com mais calma.

A informação também como atrativo

De uma forma geral, embora usualmente possa parecer que a primeira impressão que se tem de um site é o visual, na verdade o visitante busca o conteúdo, por esse motivo o primeiro passo estratégico é definir bem todas as informações que o site terá, definir claramente a arquitetura de informação do site e por último, o design visual do site, que em hipóstese alguma pode perder apelo visual, ser fraco visualmente, pois precisa ser gravado na memória do visitante.
As animações têm o poder de atrair e cativar a audiência. Isso, por si só, pode ser o fator de sucesso de um projeto, desde que pensado num todo.


A Odesign tem uma metodologia de trabalho que respeita todas essas etapas, definindo o público alvo do site, o objetivo, os serviços oferecidos, o diferencial para esse público. A partir desses e de outros elementos que sejam especificamente relevantes ao projeto, será definida a estrutura do site (Arquitetura de informação), a tecnologia empregada e o layout.

Na era da informação, tempo é primordial, o usuário chega ao site querendo respostas imediatas, e não obrigá-lo a parar e pensar, mas sim oferecer de fato o que o site tem de mais atrativo, é o caminho para transmitir suas informações de maneira correta.

Oberte

A tecnologia que convida à inovação

Cansei de navegar pela web e me deparar com inúmeros bugs sem explicação.
Você cria um ambiente, pensa-o desde a interface à navegação e tudo pronto? Tudo funcionando? Não! Dá pau no Internet Explorer, a versão do player do FireFox precisa ser atualizada…

Chega. A versão para PC do navegador Safari, da Apple, agora está perfeita, privilegia não só os desenvolvedores e os designers, mas todos os usuários. Realmente funciona, é interativo, 100% ajustável às suas necessidades.

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Por que ter que esperar a página carregar? Você quer ver os resultados da busca, as últimas notícias e o preço das ações agora. E é isso que o Safari faz, para que você espere menos e navegue mais. Na verdade, cada atualização de página no Safari é testada para garantir que a rapidez seja a mesma em todas as plataformas.
O navegador mais rápido do mundo, o Safari realmente surpreende.

O Safari abre caminho para a Internet baseada em padrões. Os padrões são importantes. Antes deles cada navegador comportava-se da maneira que preferia. Com os padrões, cada navegador apresenta a página da mesma forma. Ótimo para os desenvolvedores porque os padrões permitem que eles criem sites que funcionam em todos os navegadores, de fábrica. E ótimo também para usuário em geral que tem excelente experiência garantida em cada site que visita.

É por isso que a Apple adotou e assumiu papel importante na definição de padrões como HTML 5 e o CSS 3, que garantem a consistência e avançam nos limites da web.

O Safari foi o primeiro navegador a suportar tags de áudio e vídeo em HTML 5. Eles permitem que o desenvolvedor integre mídia diretamente nas páginas web padrão, encurtando assim o tempo de desenvolvimento e agilizando as respostas. E com suporte às tecnologias off-line HTML 5, o Safari permite que aplicativos web armazenem informações no disco rígido do seu computador para que possam ser usadas posteriormente, sem conexão à Internet.

O Safari também foi o primeiro navegador a suportar animações CSS 3, um novo nível de interatividade na web e os efeitos CSS para que os desenvolvedores possam incrementar os sites com imagens estilizadas e fotos com efeitos impressionantes, máscaras precisas e reflexos incríveis.

A Apple também vem constantemente mostrando seu pioneirismo no suporte aos padrões mais recentes, sendo aprovada nos testes Acid 2 e Acid 3 antes de qualquer outro navegador. Elaborados pelo Web Standards Project, os testes Acid confirmam a capacidade de um navegador de lidar com os padrões web mais recentes.

Recomendamos o uso do Safari, ou melhor, a extinção do Internet Explorer.
Donwload em:
http://www.apple.com/br/safari/download/

Cegueira de banner

Cansados de ver propagandas que não interessam e só irritam, os internautas passam a ignorar indiscriminadamente a área onde estão os banners. Não sou eu quem estou dizendo, são várias pesquisas científicas. Uns dizem que a causa é a acomodação por estímulo repetitivo (é como se acostumar com o barulho da obra ao lado), outros atribuem às más experiências prévias (banners inúteis e mentirosos) e outros à expectativa do usuário ao entrar no website (se entro numa página atrás de links, não vou ver banners). Eu acredito na soma dos fatores.

Pergunte aos seus amigos que não sabem que você faz banners para viver se eles costumam ver os banners na Internet. “Ah sim, claro”, responderão. Pergunte o que eles viram anunciado. “Enlarge your penis” e outras sacanagens, talvez. Se clicaram qualquer que fosse, fazem parte de menos de 1% dos seus amigos. Note que essa é uma taxa de cliques comemorada pelas agências de publicidade online, hoje em dia. Antigamente, era 2% e mais antigamente ainda, era 7%.
Apesar da taxa de clique não ser a métrica de sucesso mais adequada para os banners, 1% de recall é ridículo para uma mídia que oferece tanto controle ao anunciante.
Apesar do banner ser uma propaganda menos intrusiva do que as praticadas em outras mídias, o usuário não perdoa. O meio impele uma posição mais crítica, por causa da interatividade e pretensa ilusão de controle. Cada banner vai limando a paciência do usuário, pouco a pouco.

Banners incomodam quando:
• não tem relação com o conteúdo da página (ClicRBS é campeão nisso);
• anunciam coisas que não interessam;
• se colocam no meio do caminho da leitura ou navegação (outra vez cito o ClicRBS, apesar do conteúdo e notícias serem interessantíssimas e confiáveis);
• são feios;
• são coloridos demais;
• piscam irritantemente;
• enganam o usuário se fazendo passar por uma janela de sistema operacional.

Algumas pessoas tem maior reserva de paciência, outras nem tanto. Mais dia, menos dia, passam a ignorar banners e tudo o que se parecer com eles. Economiza tempo, economiza atenção, economiza saúde. Apesar de rotineira, a tarefa de separar o joio do trigo no mar de informações é cansativa.

Convenhamos, o banner é fácil de ignorar. Está sempre no mesmo lugar, pisca, tem cores fortes. Pode até ficar gritando enquanto se lê um texto, mas ninguém dá o braço a torcer fácil assim.
No caminho do trabalho para o almoço, sempre passo por uma esquina onde spammers-de-rua tentam me vender cursos de informática. “Bom dia, moço. Posso falar com você um minutinho?”, com aquela voz bem fina. No começo, respondia com educação: “Desculpe, estou com pressa”. Depois era “Estou com pressa”. Agora eu digo “Não”. Banner não é pessoa, posso ignorar sem nenhum remorso.

Solução para os anunciantes? Google Adwords é um exemplo bem sucedido.
O segredo é falar o que o usuário quer ouvir, com o máximo de precisão possível. Isso é aproveitar o que a Internet tem de diferencial com outras mídias. Isso é verdadeira interatividade.

Artigo publicado em meu blog pessoal em novembro de 2008.
Mais um da série “do fundo do baú”

Oberte Feijó