O valor do design

Muito já se falou no valor do design e do que pode alavancar uma marca, posicioná-la com um trabalho focado e bem elaborado.

Entretanto, definir preços ainda é uma arte
Um dos aspectos mais desafiadores do design comercial é estipular o preço desses serviços. É muito importante estabelecer quantas horas do seu dia são utilizáveis.
Uma história relata muito bem isso. Diz a lenda que Pablo Picasso estava rascunhando em um parque quando uma mulher se aproximou e pediu que fizesse seu retrato. Ela deixou claro que pagaria pelo trabalho. Picasso concordou e, depois de poucos momentos de estudo, usou apenas um traço para capturar a imagem da mulher.

- Está perfeito – maravilhou-se a mulher. – Em pouquíssimo tempo, você conseguiu capturar toda a minha essência com apenas um traço. Muito obrigada. Quanto lhe devo?

- Cinco mil dólares – respondeu o artista.
- O quê? Mas isso só lhe tomou cinco minutos!
- Madame, isso levou minha vida inteira.

A experiência que o artista conquistou com duras horas de aprendizado e estudo, muitas vezes não são levadas em consideração por alguns clientes, mas, estes clientes não devem ser clientes, devem ficar fora da lista de parceiros.

Um dos maiores problemas de se trabalhar por projetos é que você é pago pelo seu tempo. A experiência dita o preço da hora, mas não considera a velocidade da tarefa. Então, se me pedem para projetar um site e eu faço algo bem rápido que atende às necessidades do cliente e seus usuários, não posso cobrar pelo tempo que demorei na tarefa, e sim pela experiência que conquistei ao longo dos anos e que permitiu que eu fizesse aquilo em tão pouco tempo. É uma diferença sutil e importante, que você deve ter sempre em mente.

Relação com os clientes
Apesar de o “cliente ter sempre razão”, não se esqueça de quem é o designer. O cliente o contratou porque acredita que você sabe e conhece o que faz. É provável que o tenham escolhido depois de olhado seus trabalhos anteriores e reputação, então devem respeitar seus conhecimentos como o profissional que é. Infelizmente, esse não é sempre o caso. O cliente pode esperar que o designer realize quaisquer pedidos enviados na hora. Assim, você fica tentado a ceder para não causar problemas. Mas cudiado! Resista à tentação e defenda seu ponto de vista. O cliente deve respeitar suas opiniões, pois design não é uma via de mão única, é uma conversa também.

Reconhecendo maus clientes
Nem todo negócio é bom negócio

Há muito cliente ruim por aí, mas como fazer a distinção entre eles? Quando tento decidir se vale a pena fechar um negócio, esses fatores são levados em consideração:

1. Pedidos exagerados;
2. Quando mal conseguem explicar nem o que seu negócio faz;
3. A mais importante. Não aceitam suas soluções. Ou pior: eles oferecem a solução de design;
4. O cliente quer que você faça “algo pequeno primeiro”. Pode apostar que não há nada de grande;
5. Sempre pedir descontos. Se eles sempre, sempre pedem para que você reduza seu preço, eles podem não dar valor ao seu trabalho. Se o cliente quer mais barato, reduza também o que o projeto oferece;
6. Prazo: É para ontem? Sim? Então o cliente deseja pagar um adicional de emergência?

“A melhor forma de conseguir bons trabalhos é produzir bons trabalhos. Quanto mais trabalhos bons você fizer, mais gente vai querer trabalhar com você”
Ian Coyle (iancoyle.com)

Os trabalhos da Odesign estão em nosso portfólio.

Portabilidade Web / ActionScript 3.0

Se seu desenvolvimento Flash tem colocado você em um trabalho paralelo com HTML/XHTML, CSS e JavaScript, você pode já estar familiarizado com os benefícios de adesão a padrões. Os riscos de desenvolvimento web diferem dos de Flash, porque desenvolvedores web têm de se certificar que seu conteúdo é exibido e se comporta quase da mesma maneira – ou, idealmente, exatamente da mesma maneira – através de um potencialmente grande número de navegadores. Essa pode ser uma tarefa sublimemente desafiadora, mas o esforço é reduzido quando produtores de navegadores reconhecem e preservam as especificações sobre as quais essas linguagens e tecnologias são baseadas.

Em contraste, Flash Player fornece, para a maior parte, um simples e consistente tempo de execução através de qualquer navegador ou sistema de operação que suporte o controle, ou plug-in, ActiveX. No mundo de desenvolvimento Flash, a disciplina envolvida em aderir a padrões já tem sido observada.

Adobe tem alavancado essa aproximação coesiva para deixar os desenvolvedores Flash entrar nos domínios Flex e AIR com relativa tranquilidade. Como? Fazendo com que todas essas ferramentas recaiam sobre a mesma linguagem ActionScript 3.0, inclusive os recursos adicionais Flex e AIR.
Flex é uma plataforma, altamente produtiva, de código aberto livre para construir e manter expressivos aplicativos de web. A estrutura Flex, que inclui diversos componentes de layout visual, de componentes de interface de usuário e classes de dados para conexão com bases de dados e serviços web, está escrita em ActionScript 3.0. Isso significa que até mesmo Flex API contém funcionalidade nova, opera com os mesmos princípios de performance, eficiência e consistência. Apesar de sua saída se sobrepor ao tipo de aplicativos tradicionalmente associados com Java ou a plataforma .NET, Flex é executado em ActionScript 3.0. Se seus interesses indicam a você a direção de Rich Internet Applications (RIAs), você irá perceber que sua barreira para entrar é significantemente reduzida quando você escolhe Flex como seu caminho.

Adobe Integrated Runtime (AIR) deixa os desenvolvedores Flash, Flex e Dreamweaver utilizar suas habilidades existentes para construir aplicativos que organizem o trabalho. AIR integra elementos de mecanismo de navegador Webkit (usados por Safari), Flash Player 10 e Acrobat para fornecer um ambiente rico para combinar os benefícios de tecnologias web, como HTML, CSS e JavaScript com os aspectos multimídia de Flash e do formato de arquivo PDF. AIR também funciona com o sistema de gerenciamento de base de dados SQLite. Até entre essas possibilidades variadas, ActionScript 3.0 fornece um aparato familiar para canalizar as potencialidades únicas de cada, em uma experiência de usuário única.

Está justificado o porquê de usar a linguagem ActionScript 3.0 e o Flash, assim como as demais ferramentas de suporte e programação.

Além disso, o Google já indexa o Flash, saiba mais aqui.

Web design, criação de sites e a importância da informação

Web design e a informação

Há uma diferença conceitual marcante entre design nos meios tradicionais, como no gráfico e o design aplicado na web. Na web, a estética deve ser moldada ao dispositivo que acessa ao site. No meio gráfico é possível prever como o usuário final verá a estética do produto, já na web isto é improvável, pois a aparência pode e deve mudar radicalmente de acordo com o sistema operacional utilizado, configurações pessoais, navegadores, resoluções de tela e dispositivos, como celular, TV, leitores de telas entre outros. Por esses motivos, a informação (HTML) deve trabalhar independente da formatação (CSS) e do comportamento (scripts), que são recomendações do W3C.

A World Wide Web Consortium (W3C) é o órgão responsável por recomendar padrões de desenvolvimento para a internet. Por meio destes padrões se pode classificar: web sites de acordo com suas características técnicas, indo além do visual e; navegadores, de acordo com sua capacidade em atender aos padrões definidos.



As vantagens de se ter um site, um conceito e uma identidade na web
A internet tornou-se a maior ferramenta de marketing do mundo, e também a mais acessível.
Tudo isso se deve ao seu alcance de grande parcela da população mundial acarretada pela sua dinamização e disseminação crescentes no planeta. A tendência do mercado atual é que cada vez mais as empresas necessitem de um segundo endereço, o virtual. De modo que divulguem seu conteúdo para se sobreporem ao seu concorrente que possivelmente já têm sua página na internet. Um endereço virtual gera publicidade e credibilidade por parte do internauta e consumidor.

Os benefícios de se possuir uma identidade virtual são vários, e podemos apontar como os principais o fato de que a internet é o meio que passa as devidas informações de maneira mais rápida e objetiva.

Torna a relação mais amigável com o consumidor, por diminuir significativamente as necessidades de inconveniências inerentes às outras formas de divulgação como: Telemarketing, Panfletos poluentes, Correspondência e Outdoor que causam poluição visual e ambiental. Desse modo, esclarece mais que todos os meios anteriores citados e com mais elegância se for contratado o profissional correto para direcioná-lo devidamente.
Outra vantagem que leva sobre as outras formas de anúncios, é que pode ser acessado a qualquer hora e lugar que tenha internet, tornando mais conveniente e as propostas oferecidas sendo analisadas com mais calma.

A informação também como atrativo

De uma forma geral, embora usualmente possa parecer que a primeira impressão que se tem de um site é o visual, na verdade o visitante busca o conteúdo, por esse motivo o primeiro passo estratégico é definir bem todas as informações que o site terá, definir claramente a arquitetura de informação do site e por último, o design visual do site, que em hipóstese alguma pode perder apelo visual, ser fraco visualmente, pois precisa ser gravado na memória do visitante.
As animações têm o poder de atrair e cativar a audiência. Isso, por si só, pode ser o fator de sucesso de um projeto, desde que pensado num todo.


A Odesign tem uma metodologia de trabalho que respeita todas essas etapas, definindo o público alvo do site, o objetivo, os serviços oferecidos, o diferencial para esse público. A partir desses e de outros elementos que sejam especificamente relevantes ao projeto, será definida a estrutura do site (Arquitetura de informação), a tecnologia empregada e o layout.

Na era da informação, tempo é primordial, o usuário chega ao site querendo respostas imediatas, e não obrigá-lo a parar e pensar, mas sim oferecer de fato o que o site tem de mais atrativo, é o caminho para transmitir suas informações de maneira correta.

Oberte

Por que não Flash?

Por que Action Script 3.0?
E, por que afinal, projetos em Flash?

Essas perguntas frequentemente vêm de encontro às ideias que tenho para projetos de interatividade e design para a web.
São perguntas pequenas e muitas vezes sem argumentos concretos e com preconceitos monstruosos. Entretanto, as respostas poderiam vir em listas enormes, com inúmeras razões.
Arquivos pesados? Não mais, isso é lenda e carrega-se um arquivo ao mesmo tempo e fazendo o carregamento somente daquilo que o usuário necessitar, ou seja, traz para a tela somente as páginas chamadas pelo visitante.
Algumas páginas em HTML ou outras linguagens vão abrindo aos poucos e carregando as imagens aos poucos, ajustando-se aos poucos à página duramente, e isso seria o ideal para você (caso não seja um programador intransigente e obsoleto)?

E os motores de busca do Google? Ah, agora você pode estar pensando que isso faria eu desistir, pois os SWF não são vistos por eles!
ENGANO, o Google já indexa arquivos em SWF, até mesmo projetos inteiros em Flash (claro que com outros recursos de SEO e ActionScript).

Então, vamos aos fatos:
O Flash é excelente para projetos de interfaces visuais. Não conheço nada melhor, e sinceramente não acredito que haja ferramenta mais prática para criar animações multimídia, efeitos visuais e sites completos com uma identidade visual bem definida, centrada e focada no cliente, seguindo suas campanhas em impressos e publicidade paralela, onde o design domina, e não há ninguém nesse campo que aconselhe o cliente a programar o impresso melhor, pois o código de fundo não está no padrão…
Padrão? Pois é há algumas pessoas que a tudo querem transmitir padrões, e agradeço que haja para todo o sempre, a mãe sagrada diversidade, irmã do bom-senso e tia da informação.

Paralela à animação, utilizamos uma linguagem orientada a objetos, a ActionScript, linguagem baseada em ECMAScript, utilizada principalmente para construção de aplicações Internet rica (do inglês RIA – “Rich Internet Applications”). É executada em uma máquina virtual (AVM – “ActionScript Virtual Machine”, atualmente na versão 2) que está disponível no Flash Player (plug-in encontrado em navegadores web) e também no ambiente Adobe AIR.

A AS3 é muito parecida com Java, a diferença é que esta é muito pesada e lenta, e não possui uma interface gráfica padrão, poderosa quanto a do Flash, ficando evidentemente em vantagem a ActionScript. O Flash sempre foi rápido sabendo fazer o projeto da forma certa, e o fato é que mesmo um computador antigo consegue controlar várias animações na tela sem ficar lento e agora com a AS3 está muito mais veloz, refizeram a máquina virtual do Flash Player e adaptaram novas mudanças, que posteriormente posto aqui.

Enfim, quebre os modelos padrões, faça diferente…
Design é inovação, faça com designers!