PRECONCEITO NÃO!

Nestes dias em que ainda presenciamos atitudes infelizes de racismo, lembramos do texto, “A lição da caveira”, de autor desconhecido que leva a uma reflexão, tanto para questões sociais, que também são propulsoras de preconceitos, como também às de cores, ridículas e sem sentido.

Somos todos iguais, criados pela mesma mão, pelo mesmo ideal e mesmo Criador. Reflitamos um pouco

10255749_615061555246895_6841609735338721704_n
A lição da caveira
Um príncipe, muito orgulhoso de sua realeza, foi, numa manhã, cavalgar por seus domínios. Suas terras eram bastante vastas e ele cavalgou através de vales e montanhas. Andou por colinas e prados, gozando a vaidade de ser senhor de tão larga extensão de terras.
A certa altura do seu caminho, viu um velho eremita, sentado diante de uma gruta. Ele trazia nas mãos uma caveira humana e a contemplava com atenção.
Ao passar por ali, o príncipe ficou indignado por não ter o velho, ao menos, levantado os olhos para observar a rica caravana que o acompanhava.
Rude e zombeteiro, aproximou-se a figura real e disse:
Levanta-te quando por ti passa o teu senhor! Que podes ver de tão interessante nessa pobre caveira, que chegas a não perceber a passagem de um príncipe e seus poderosos acompanhantes?
O eremita ergueu para ele os olhos mansos e respondeu, em voz clara e sonora:
Perdoa, senhor. Eu estava procurando descobrir se esta caveira tinha pertencido a um mendigo ou a um príncipe. Por mais observe, não consigo distinguir de quem seja.
Nestes ossos nada há que me diga se a carne que os revestiu repousou em travesseiros de plumas ou nas pedras das estradas.
Não há na caveira nenhum sinal que me aponte, com certeza, se ela já carregou um chapéu de fidalgo ou se suportou o sol ardente, na rudeza dos trabalhos de camponês.
Por isso, eu não sei dizer se devo levantar-me ou me conservar sentado diante daquele que em vida foi o dono deste crânio anônimo.
O príncipe baixou a cabeça e prosseguiu o seu caminho, sem mais nada dizer. Mesmo quando a noite chegou e ele retornou ao seu castelo, continuou pensativo.
A lição da caveira lhe abatera o orgulho.

A importância da internet para o seu negócio

A internet cada vez mais faz parte ativa da vida das pessoas, e atualmente o mundo é globalizado e conectado. Quando você procura um serviço ou uma empresa, a primeira coisa que faz é realizar uma busca na internet. Hoje, aproximadamente 70 milhões de brasileiros estão online, seja em casa ou no trabalho, passando em média 27 horas por mês conectados, se informando, se comunicando, trocando dados ou comprando, e é fundamental saber se comunicar com esse enorme público.


O primeiro e mais simples objetivo é você ser encontrado. O fortalecimento da marca, seu posicionamento, maior alcance e, consequentemente, melhor relacionamento com clientes e aumento das vendas, também são outros pontos que são possíveis alcançar estando na internet.

A Importância da Internet
Você ouvirá muito sobre outras estratégias de marketing digital, como marketing viral, mobile marketing, ações nas redes sociais, advergaming, etc. Enfim, uma gama de alternativas a serem empregadas para que sua empresa tenha sucesso na web. Porém, o mais importante é ter um conteúdo compatível com seu consumidor, personalizado para sua empresa e segmento, ter o conhecimento a seu favor, ter uma estratégia de atuação consistente e, assim, colher bons resultados.


Hoje, a Odesign possui casos de sucesso administrando páginas no Facebook e demais redes sociais, como as da FreeSurf, Jeimons, CodeSkateboard, além de outras, todas com foco em seus respectivos públicos, construindo um engajamento e interação eficazes, fazendo com que sua marca, cada vez mais em evidência, traga mais clientes em potencial, pessoas e fãs que realmente fortalecerão sua posição na rede.

Como agir nas redes sociais para concorrer a um emprego

Buscas em plataformas estão se tornando cada vez mais comuns na recrutamento de candidatos. Concorrer a um emprego atualmente deixou de exigir apenas um currículo atualizado do candidato. Para se preparar melhor para a avaliação do recrutador, é preciso ter portfólio online, perfil no LinkedIn, e se comportar adequadamente nas redes sociais. Apesar de nem todas as empresas acessarem os perfis dos candidatos, a tendência é que essa prática aumente nos próximos anos, e ela já é parte da rotina de recrutadores de empresas de tecnologia, segundo especialistas da área.

Seu perfil no Facebook

“É normalmente mais visível em empresas de tecnologia, porque não deixa de ser uma extensão do trabalho deles”, afirma Fábio Cunha, gerente-executivo da Michael Page, empresa de recrutamento especializada em cargos de alta e média gerência. “Nessas companhias, há uma relevância maior, mas acontece também para profissionais de outras indústrias, como marketing”, completa.

Segundo a consultora da Cia de Talentos, Giuliana Hyppolito, o Brasil, como um dos países que mais usam as redes sociais no mundo, tem um desafio de mostrar um comportamento adequado na visão do empregador. “Há um tendência global de unir o mundo pessoal e profissional em um só lugar, mas o Brasil ainda tem dificuldades em questão de comportamento. Fora do País, principalmente nos Estados Unidos e Canadá, as redes sociais vêm sendo usadas como fatores predominantes para a decisão de um emprego”, disse.

 

O que as empresas observam nos perfis

De acordo com os especialistas, o que é observado nos perfis dos candidatos depende do que a empresa está buscando, mas existem itens essenciais para não fazer feio nas redes quando se procura um emprego. O LinkedIn, por exemplo, se tornou uma das ferramentas mais usadas na área profissional, mas não basta apenas copiar o currículo no perfil.

Linkedin

“A gente valoriza muito o candidato que mantém a página atualizada, mas o LinkedIn te dá muito mais possibilidades de incrementar do que o currículo, porque tem partes só para links, publicações, cursos – independentemente se é uma pós-graduação ou não. Dá para rechear um pouco mais”, afirma Giuliana.

“A rede (LinkedIn) compartilha a questão da impressão de outros profissionais, as recomendações também são avaliadas”, lembra Cunha. “Mas não vale só as recomendações de amigos, é bom ter a avaliação de pessoas do mesmo ambiente de trabalho”, aconselha.

Segundo a gerente de Recursos Humanos da Catho, Angélica Nogueira, as empresas procuram olhar o comportamento do candidato nas redes sociais. “A companhia quer saber que tipo de atividades realiza, quais são seus gostos, como se relaciona com os demais. Essa avaliação pode ser feita por meio das fotos que ele publica, posts, grupos de debate que participa, entre outros”, cita.

Empregos

Confira abaixo dez dicas de especialistas para não fazer feio nas redes sociais ao buscar um emprego:

1. Coloque apenas informações verdadeiras sobre sua experiência profissional;

2. Use a comunicação adequada para cada tipo de rede social: LinkedIn é profissional, Facebook é mais informal;

3. Uso de palavrões, gírias e erros de português são vistos de forma negativa pelas empresas;

4. Não faça das redes sociais seu “divã virtual”, reclamando de tudo e de todos. Se nem seus amigos te aguentam, a empresa também verá isso de forma negativa;

5. Também evite falar mal de amigos, chefe e empresas;

6. Se está participando de um processo seletivo, não divulgue informações do processo para outras pessoas na internet;

7. Evite publicar posts sobre assuntos que não tem certeza se são verdade, e passe longe de comentários preconceituosos ou muito polêmicos;

8. Lembre-se: tudo o que for aberto, poderá ser visto pelas empresas. Restrinja o acesso apenas para amigos para ter um maior controle sobre as informações que compartilha;

9. Cuidado com fotos publicadas que podem denegrir sua imagem;

10. No LinkedIn, mantenha atualizado seu perfil para não se “queimar” no mercado, se transformando em um “usuário fantasma”.

Profissional de redes sociais ganha mais espaço no mercado

Analista de mídias sociais administra perfis corporativos em sites como Facebook e Twitter, mas ainda falta capacitação para a área

Com o crescimento da presença das empresas dos mais variados segmentos nas redes sociais, há cada vez mais espaço para profissionais que desejam trabalhar nesta área. O analista de mídias sociais administra os perfis corporativos em sites como Facebook e Twitter, e a função vem ganhando bastante espaço no mercado. Por outro lado, ainda existe inexperiência neste novo ramo de atividade em que a sensibilidade e a experiência ainda predominam sobre a especialização acadêmica.

A função primordial deste profissional é humanizar a relação da organização com as pessoas, o relacionamento entre a empresa e o consumidor/cliente, por meio das redes sociais. É preciso ainda saber redigir bem e ser bom em relacionamento pessoal. Uma formação superior em Comunicação (Publicidade ou Jornalismo) é de grande auxílio para compreensão de hábitos de uso e consumo das mídias sociais por diferentes perfis de público. O analista de mídias sociais deve, ainda, saber empregar o pensamento estratégico por meio de ferramentas de comunicação e marketing.

As empresas utilizam as redes sociais a fim de promover campanhas e criar um canal de relacionamento com seu público. As atividades rotineiras do profissional são baseadas em divulgar informações que vão atrair pessoas sobre determinados assuntos. Após esta ação, o importante é reter os usuários nas páginas. Então, o analista deve sempre publicar conteúdo relevante, a fim de que estas pessoas continuem acompanhando o canal da empresa.

É necessário ainda criar o chamado vínculo com os consumidores, com ações que humanizem a marca. “Temos clientes governamentais que criam páginas nas redes com a intenção de prestar serviço para o cidadão. Trabalhamos com uma página de Twitter que funcionou como uma ouvidoria. Reunimos as reclamações e encaminhamos às secretarias competentes”, conta o diretor de criação da Talk Interative, empresa de estratégias digitais, Marcelo Ottoni.

Uma das principais dificuldades existentes no mercado é que as instituições de ensino ainda não oferecem cursos consolidados na área de mídias sociais. Há grades curriculares de faculdades que contemplam disciplinas relacionadas às mídias sociais, mas nada muito especializado. A tendência é que os profissionais busquem no próprio mercado de trabalho esta capacitação, e que, com a experiência diária, acabem se tornando especialistas no segmento.

“Eles precisam dedicar um precioso tempo a estes canais. E logicamente, entender bastante do negócio em que sua empresa atua. As redes são oportunidades também, além de interação, de gerar negócios. Já vimos cases de grandes empresas, como uma grande construtora, que vendeu um imóvel pelo Twitter, por exemplo”, diz Carolina Stilhano, gerente de Comunicação da Catho Online.

Hoje, há uma certa banalização da profissão por muitos gostarem de redes sociais, como usuários, e acharem que podem trabalhar neste ramo. Este é um problema que acompanha o mercado digital, caracterizado por empregar jovens e apresentar constantes mudanças.

Assim como no início da internet a criação de sites era feita de forma semiamadora, no cenário de hoje é a mesma coisa em redes sociais. “É fácil criar um perfil pessoal em um site de relacionamento. O difícil é pensar em uma estratégia, definir uma atuação, olhar para a necessidade da empresa e, a partir daí, fazer um planejamento estratégico de como este veículo atenderá a demanda”, explica Marcelo Ottoni.

As empresas, ao criarem perfis em canais com Facebook e Twitter, devem ter a consciência que abriram uma porta de comunicação com o mercado consumidor. Os profissionais que já atuam na área, por sua vez, precisam manter-se sempre atualizados, atentos ao perfil e ao feedback dos clientes, ter ideias inovadoras para compartilhamento de conteúdos e fidelização do usuário. É uma profissão, ainda, que talvez necessite se adequar constantemente às mudanças que ocorrem nas ferramentas e nos sites existentes. Para quem gosta de desafios, esta é uma profissão que promete grandes emoções e demanda dedicação constante.

Fonte: Revista Pense Empregos

Adeus Orkut ?!

O Orkut segue líder absoluto no campo das redes sociais no Brasil. Conforme um levantamento recente da CNT/Sensus, dentre os usuários da internet no país, 64,5% tem conta no site da Google. O Facebook, principal concorrente, aparece com 37,4% de internautas com conta (e 20,8% para o Twitter).

No entanto, a morte do Orkut é inevitável. Gosto da rede, usei muito o site, e, embora hoje não use mais tanto, ele ainda segue sendo mais funcional do que o Facebook para algumas necessidades (basicamente, descolar links e informações em comunidades).

Mas o Orkut arranjou um inimigo invencível. São os veículos de comunicação. Não que haja na mídia uma campanha sistemática contra o Orkut, nada disso; mas o serviço é minado pelo não-uso. Explico.

Atualmente, qualquer programa de rádio ou televisão, jornal impresso, site, faz remissão a seus conteúdos, páginas ou perfis em Facebook e Twitter. Poucos (nenhum?) remetem ao Orkut. O absurdo, a meu ver, é que isso se dá a despeito de as pesquisas indicarem que o público ainda está, em sua maioria, no Orkut. Ou seja, o espectador/leitor/ouvinte/internauta é que precisa ir “atrás” do veículo.

Isso ocorre porque se consolida a imagem que estar no Orkut é brega. A própria Google, com o Google+, admite que o irmão mais velho é “Série B”, e tenta uma rede social com “glamour”. Sendo assim, os veículos não querem vincular ao Orkut sua imagem.

O fato de não ouvir falar no Orkut, somado à má imagem da rede e à busca por informação em outros serviços resultará, em médio prazo, na perda do costume que o usuário tem de usá-lo. Com conta em outras páginas, reinará a comodidade de concentrar tudo em um lugar. E adeus Orkut.