Porque sua empresa precisa estar nas redes sociais

Dificilmente encontraremos hoje alguém que não está em uma, ou mais redes sociais. Isso por si só, representa um indicativo de que sua empresa precisa estar presente neste universo. Elas oferecem elementos com opções de interação, como comentários e a possibilidade de compartilhamento e podem influenciar a percepção do mercado, assim como otimizam sites para o Google e, o principal: estabelecem o contato entre um possível cliente e a marca, fidelizando os já existentes e atingindo uma massa elevada de pessoas.

Redes sociais

Empresas como a Adidas e a Coca-Cola já usam as redes sociais há bastante tempo, descobriram que através delas, atingem uma quantidade enorme de possíveis clientes (leads) e principalmente, seu público-alvo, informando e estabelecendo confiança e preferência, sempre com conteúdo relevante (marketing de conteúdo). Inspire-se nelas e se faça presente nas redes sociais.

A empresa que entra nas mídias sociais, precisa analisar a concorrência em seu mercado, sua cidade ou estado e ter uma noção realista de onde está, aonde poderá chegar, estabelecendo metas, com um marketing digital e marketing de conteúdo estruturados e planejados por empresa competente na área ou os efeitos podem ser negativos e ineficazes.

Social media signs

É importante também, com base nessas informações todas e com uma boa consultoria em marketing digital, descobrir em qual, ou quais, redes sociais se enquadra melhor cada empresa (entender seu público, seu mercado, ter metas e planejamento estratégico). Por exemplo, para lojas virtuais é aconselhável estar presente no Twitter para poder responder eventuais críticas ou reclamações, no Instagram, para apresentar de forma atrativa suas imagens/produtos e também compartilhá-las. Sem dúvida alguma, o Facebook não pode ser preterido, é a rede com maior alcance e torna-se indispensável, entretanto, não basta apenas criar uma fã page e esperar sentado que as coisas aconteçam, ela deve ser alimentada com conteúdo regularmente e com assuntos relevantes, interessantes e com identidade visual impecável. O Google+, além de ser uma ótima ferramenta de otimização, é também um canal de atendimento.

Search Engine Marketing

Todos buscamos novos fãs, leads e possíveis clientes. Para isso, é preciso apresentar conteúdo relevante, provar que é melhor em determinado assunto e parar de contratar sobrinhos, netos, primos ou similares para cuidar da imagem da sua empresa. Um dia, o sobrinho vai cair na real de que só pelo fato de ter muitos amigos no Facebook, não o faz um especialista em mídias sociais e nem um consultor, muito menos as empresas “mágicas” que prometem a primeira página do Google sem conteúdo e planejamento. Enquanto isso, sua empresa poderá ter perdido espaço para outras que pensaram e estabeleceram um planejamento profissional, sério e eficiente.

Nós temos um plano especial para o seu negócio, com uma consultoria em redes sociais, marketing digital e marketing de conteúdo.

 

 

 

Papa Francisco chega aos 15 milhões de seguidores no Twitter.

A conta oficial do Papa Francisco no Twitter, escrita em nove idiomas, superou nesta segunda-feira número de quinze milhões de seguidores. O sacerdote tem ao todo 15.006.027 seguidores no Twitter.

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A língua mais acompanhada é o espanhol, com 6.479.989 milhões de usuários. Em seguida, aparecem as versões em inglês (4.367.249), italiano (1.868.219), português (1.123.806), francês (291.896), latim (271.693), polonês (251.246), alemão (206.366) e árabe (145.563).

Francisco é uma das figuras mais seguidas no Twitter. O pontífice argentino utiliza frequentemente a rede social para se comunicar. Hoje, o papa escreveu sobre o conflito armado no Iraque. “Tantos inocentes foram expulsos de suas casas no Iraque. Senhor, pedimos-vos que eles possam em breve retornar”, afirmou o papa.

A conta foi inaugurada em 2012 pelo então Papa Bento XVI. Em 28 de fevereiro de 2013, quando ele anunciou sua renúncia, o número de seguidores era de três milhões. A conta foi suspensa durante a Sé Vacante, período entre a renúncia e a escolha de Francisco (13 de março).

Em 17 de março do mesmo ano a conta foi reativada já com o nome de Francisco.

Profissional de redes sociais ganha mais espaço no mercado

Analista de mídias sociais administra perfis corporativos em sites como Facebook e Twitter, mas ainda falta capacitação para a área

Com o crescimento da presença das empresas dos mais variados segmentos nas redes sociais, há cada vez mais espaço para profissionais que desejam trabalhar nesta área. O analista de mídias sociais administra os perfis corporativos em sites como Facebook e Twitter, e a função vem ganhando bastante espaço no mercado. Por outro lado, ainda existe inexperiência neste novo ramo de atividade em que a sensibilidade e a experiência ainda predominam sobre a especialização acadêmica.

A função primordial deste profissional é humanizar a relação da organização com as pessoas, o relacionamento entre a empresa e o consumidor/cliente, por meio das redes sociais. É preciso ainda saber redigir bem e ser bom em relacionamento pessoal. Uma formação superior em Comunicação (Publicidade ou Jornalismo) é de grande auxílio para compreensão de hábitos de uso e consumo das mídias sociais por diferentes perfis de público. O analista de mídias sociais deve, ainda, saber empregar o pensamento estratégico por meio de ferramentas de comunicação e marketing.

As empresas utilizam as redes sociais a fim de promover campanhas e criar um canal de relacionamento com seu público. As atividades rotineiras do profissional são baseadas em divulgar informações que vão atrair pessoas sobre determinados assuntos. Após esta ação, o importante é reter os usuários nas páginas. Então, o analista deve sempre publicar conteúdo relevante, a fim de que estas pessoas continuem acompanhando o canal da empresa.

É necessário ainda criar o chamado vínculo com os consumidores, com ações que humanizem a marca. “Temos clientes governamentais que criam páginas nas redes com a intenção de prestar serviço para o cidadão. Trabalhamos com uma página de Twitter que funcionou como uma ouvidoria. Reunimos as reclamações e encaminhamos às secretarias competentes”, conta o diretor de criação da Talk Interative, empresa de estratégias digitais, Marcelo Ottoni.

Uma das principais dificuldades existentes no mercado é que as instituições de ensino ainda não oferecem cursos consolidados na área de mídias sociais. Há grades curriculares de faculdades que contemplam disciplinas relacionadas às mídias sociais, mas nada muito especializado. A tendência é que os profissionais busquem no próprio mercado de trabalho esta capacitação, e que, com a experiência diária, acabem se tornando especialistas no segmento.

“Eles precisam dedicar um precioso tempo a estes canais. E logicamente, entender bastante do negócio em que sua empresa atua. As redes são oportunidades também, além de interação, de gerar negócios. Já vimos cases de grandes empresas, como uma grande construtora, que vendeu um imóvel pelo Twitter, por exemplo”, diz Carolina Stilhano, gerente de Comunicação da Catho Online.

Hoje, há uma certa banalização da profissão por muitos gostarem de redes sociais, como usuários, e acharem que podem trabalhar neste ramo. Este é um problema que acompanha o mercado digital, caracterizado por empregar jovens e apresentar constantes mudanças.

Assim como no início da internet a criação de sites era feita de forma semiamadora, no cenário de hoje é a mesma coisa em redes sociais. “É fácil criar um perfil pessoal em um site de relacionamento. O difícil é pensar em uma estratégia, definir uma atuação, olhar para a necessidade da empresa e, a partir daí, fazer um planejamento estratégico de como este veículo atenderá a demanda”, explica Marcelo Ottoni.

As empresas, ao criarem perfis em canais com Facebook e Twitter, devem ter a consciência que abriram uma porta de comunicação com o mercado consumidor. Os profissionais que já atuam na área, por sua vez, precisam manter-se sempre atualizados, atentos ao perfil e ao feedback dos clientes, ter ideias inovadoras para compartilhamento de conteúdos e fidelização do usuário. É uma profissão, ainda, que talvez necessite se adequar constantemente às mudanças que ocorrem nas ferramentas e nos sites existentes. Para quem gosta de desafios, esta é uma profissão que promete grandes emoções e demanda dedicação constante.

Fonte: Revista Pense Empregos

Adeus Orkut ?!

O Orkut segue líder absoluto no campo das redes sociais no Brasil. Conforme um levantamento recente da CNT/Sensus, dentre os usuários da internet no país, 64,5% tem conta no site da Google. O Facebook, principal concorrente, aparece com 37,4% de internautas com conta (e 20,8% para o Twitter).

No entanto, a morte do Orkut é inevitável. Gosto da rede, usei muito o site, e, embora hoje não use mais tanto, ele ainda segue sendo mais funcional do que o Facebook para algumas necessidades (basicamente, descolar links e informações em comunidades).

Mas o Orkut arranjou um inimigo invencível. São os veículos de comunicação. Não que haja na mídia uma campanha sistemática contra o Orkut, nada disso; mas o serviço é minado pelo não-uso. Explico.

Atualmente, qualquer programa de rádio ou televisão, jornal impresso, site, faz remissão a seus conteúdos, páginas ou perfis em Facebook e Twitter. Poucos (nenhum?) remetem ao Orkut. O absurdo, a meu ver, é que isso se dá a despeito de as pesquisas indicarem que o público ainda está, em sua maioria, no Orkut. Ou seja, o espectador/leitor/ouvinte/internauta é que precisa ir “atrás” do veículo.

Isso ocorre porque se consolida a imagem que estar no Orkut é brega. A própria Google, com o Google+, admite que o irmão mais velho é “Série B”, e tenta uma rede social com “glamour”. Sendo assim, os veículos não querem vincular ao Orkut sua imagem.

O fato de não ouvir falar no Orkut, somado à má imagem da rede e à busca por informação em outros serviços resultará, em médio prazo, na perda do costume que o usuário tem de usá-lo. Com conta em outras páginas, reinará a comodidade de concentrar tudo em um lugar. E adeus Orkut.