O que são leads

Atrair novos clientes sempre foi um dos maiores desafios de quaisquer empresas e toda estratégia, do marketing à construção de preços, tem o foco nos contatos capazes de se tornarem clientes. Isso, requer um estudo de público-alvo e do mercado para assim, criar campanhas de marketing focadas em atrair leads.

Leads qualificados

Mas então, vamos entender o que é lead

A palavra lead é hoje popular entre as empresas digitais, depois que começaram a tratar seus visitantes como clientes em potencial, criando estratégias para gerar contatos em verdadeiros clientes. Assim, lead é sinônimo de qualquer visitante que informe seus dados em troca de algo ou fazendo contato. A geração de leads é fundamental para o sucesso de sua empresa.

E os leads qualificados?

Não existe uma garantia de que um lead se transformará em um cliente ou mesmo que retornará ao seu site ou blog. Entretanto, um lead qualificado é aquele que chega considerando a compra do seu produto ou a contratação de seus serviços.

Saber quem são os leads qualificados, é importante para poder criar campanhas mais eficientes para captar a atenção, com ações e conteúdos que convençam esse lead qualificado de que você possui a melhor solução.

Geração de leads

O Marketing de conteúdo é uma das melhores estratégias para qualificar um lead, além de apresentar seu produto ou serviço, instruindo esses visitantes com informações relevantes e de seus interesses. Imagine campanhas (redes sociais) que não poluam a linha de visão desse possível contato, mas que comece uma conversa, ofereça a ele informações e conteúdo, para logo após, num funil de vendas, lhe apresentar produtos, serviços e soluções.

A Odesign tem a solução perfeita para sua empresa ter mais leads e vender mais, solicite maiores informações, entre em contato com a gente!

 

 

 

O usuário é o principal foco, não o Google

Em um artigo publicado por Gianluca Fiorele, SEO da empresa lloveSEO, ele admite que sua maior dor de cabeça é o Google, não porque ele decidiu não receber informações sobre os sites, mas entre várias justificativas, pela mudança que o Google está fazendo em suas ferramentas e nos mecanismos de buscas, ferramentas estas que já estamos acostumados.


A verdadeira pergunta que está causando minha dor de cabeça é: o que o Google realmente quer com todas essas mudanças? Vou começar citando a definição de SEO que o Google dá em seus guias:

Search engine optimization (otimização de mecanismos de buscas, em português) significa colocar o melhor do seu site à frente, quando se trata de visibilidade em mecanismos de busca, mas seus consumidores finais são seus usuários, não os mecanismos em si.


É isso, seus consumidores finais são seus usuários, não os mecanismos de buscas do Google. Deixando de ter, cada vez mais, conteúdo atrativo, perde-se por um lado o consumidor que é atraído pela marca, pela identidade do produto (aquele que conhece a marca, usa e respira a marca) e tentando atrair visitantes desconhecidos oferecendo muitas vezes um conteúdo mais duro, fora do contexto geral da marca.

As redes sociais devem fazer isso, trazer para o site (institucional) os novos visitantes. Pelo menos esse era o caminho.


O usuário é o rei
O SEO técnico ainda importa, mas isso não significa que ele seja sinônimo de SEO. As palavras “usuário” e “útil” têm a mesma raiz: uso. E um usuário acha um site útil quando ele oferece as respostas que ele precisa, e se seu uso é fácil e rápido.


É interessante parar para refletir e prestar atenção aonde estamos indo. Precisamos oferecer na web, conteúdos que vão ao encontro da identidade e filosofia da empresa e não como o Google ou quaisquer empresas querem. Na verdade, o Google não mostra o que queremos, ele mostra o que ele quer mostrar, do contrário, nunca exisitiram os anúncios pagos e, com o Google+ muitas intromissões acontecerão ainda em suas buscas.

As mídias sociais ajudando a escalada no Google

Links são as veias da web. Cerca de 70% do algoritmo do Google é baseado em links e, quando mais on-topic seus links forem, melhor. Sendo assim, você precisa de uma estratégia muito bem focada para aparecer nas buscas – ignorar a recente revolução das mídias sociais fica por sua conta e risco.

“Em essência, o que o Google faz quando mede links é buscar por votos. Quando uma pessoa faz um link para um site, está dizendo que gosta dele e vota nele”, explica o engenheiro de SEO Jaamit Durrani. “Quanto mais influente for aquela pessoa, mais forte é o link. Antes você tentava fazer com que um pequeno grupo de donos de sites fizessem links para você, mas agora temos uma enorme quantidade de conteúdo gerado por usuários, blogs e perfis. Crie relações com eles, ofereça um bom conteúdo para ser linkado e terá uma rede inteira de pessoas dentro de um nicho, que você pode se conectar.”

google-midias-sociais


O jogo é lento
Você não entra em um bar no meio do nada esperando conhecer todos no local: é preciso se apresentar a um de cada vez e talvez voltar mais umas duas noites. Não é instantâneo.
É preciso interagir nas mídias sociais, ser frequente, oferecer conteúdo no MySpace, no Twitter e até mesmo no Orkut…
Há também supostos mágicos que não conhecem o funcionamento do Google e vendem o milagre de colocá-lo à frente sem saber que o mecanismo é engenhoso e muito criterioso, ou seja, burlar o Google pode ser um tiro fatal no próprio pé.
Uma equipe especializada no assunto pode tomar conta de um blog e uma outra equipe, de mídias sociais, agregando todos os conteúdos e linkando com o site principal tornando-o mensurável.
Enfim, o conhecimento na área é imprescindível.

Os balões da Sony
Um exemplo recente de trabalho focado em mídias sociais para alavancar acessos ao site principal foi o anúncio da Sony Bravia feito com balões em São Francisco, nos Estados Unidos. Foi um projeto gigante que atraiu muita atenção. 250 mil balões brilhantes e coloridos foram soltos em uma rua da cidade. Enquanto a empresa filmava tudo, pessoas na rua com celulares também gravavam o acontecimento. Contudo, em vez de a Sony tentar proibir a veiculação das imagens não-oficiais, como fez o pessoal da Scrabble no Facebook, ela procurou usar as gravações a seu favor. Depois do evento, ofereceu uma mini TV Bravia aos blogueiros que escreveram sobre o ataque dos balões coloridos e os levou para assistir às filmagens seguintes da campanha.
Antes desse comercial, a Samsung aparecia em primeiro no ranking de buscas mas, como resultado de adotar as mídias sociais para seu benefício, a Sony retomou o topo, já que muitas pessoas geraram links para o seu site. Links...

Reportagem original de Adam Stafford da agência Fresh Egg

Como o Google exibirá seu anúncio

O Google anunciou que está mudando seu sistema de anúncios publicitários, dando mais “transparência e escolha” ao usuário. Agora, qualquer pessoa pode saber como e por que está recebendo uma propaganda específica.

Uma aba, localizada ao lado dos anúncios oferecidos no Gmail e no buscador da empresa, chamada “Por que esse anúncio?” aparecerá para os usuários nas próximas semanas. Ela dará a oportunidade de saber por que aquele anúncio específico foi exibido e como ele foi personalizado e direcionado para você.

Com isso, a empresa espera oferecer melhores anúncios ao usuário – quer dizer, anúncios melhor direcionados, baseados em sua geolocalização, língua de seu país e até de pesquisas recentes.

A opção Ads Preferences Manager (Gerenciador de Preferência de Anúncios, em português) também será habilitada em breve. Com ela, você poderá escolher quais anúncios quer receber, podendo voltar atrás e desfazer a escolha a hora que quiser.

Com isso, ao que tudo indica, o usuário terá mais controle sobre o que vê. Nas palavras da empresa, “é importante ter escolha sobre os tipos de anúncios que são mostrados para você. Se você desejar não ver anúncios personalizados, a escolha é sua”.

Adeus Orkut ?!

O Orkut segue líder absoluto no campo das redes sociais no Brasil. Conforme um levantamento recente da CNT/Sensus, dentre os usuários da internet no país, 64,5% tem conta no site da Google. O Facebook, principal concorrente, aparece com 37,4% de internautas com conta (e 20,8% para o Twitter).

No entanto, a morte do Orkut é inevitável. Gosto da rede, usei muito o site, e, embora hoje não use mais tanto, ele ainda segue sendo mais funcional do que o Facebook para algumas necessidades (basicamente, descolar links e informações em comunidades).

Mas o Orkut arranjou um inimigo invencível. São os veículos de comunicação. Não que haja na mídia uma campanha sistemática contra o Orkut, nada disso; mas o serviço é minado pelo não-uso. Explico.

Atualmente, qualquer programa de rádio ou televisão, jornal impresso, site, faz remissão a seus conteúdos, páginas ou perfis em Facebook e Twitter. Poucos (nenhum?) remetem ao Orkut. O absurdo, a meu ver, é que isso se dá a despeito de as pesquisas indicarem que o público ainda está, em sua maioria, no Orkut. Ou seja, o espectador/leitor/ouvinte/internauta é que precisa ir “atrás” do veículo.

Isso ocorre porque se consolida a imagem que estar no Orkut é brega. A própria Google, com o Google+, admite que o irmão mais velho é “Série B”, e tenta uma rede social com “glamour”. Sendo assim, os veículos não querem vincular ao Orkut sua imagem.

O fato de não ouvir falar no Orkut, somado à má imagem da rede e à busca por informação em outros serviços resultará, em médio prazo, na perda do costume que o usuário tem de usá-lo. Com conta em outras páginas, reinará a comodidade de concentrar tudo em um lugar. E adeus Orkut.