Google integra Adobe Flash Player ao Google Chrome

Medida levará mais comodidade e segurança aos internautas, diz empresa.

O Google anunciou uma parceria com a Adobe para “aprimorar a experiência” dos usuários do Google Chrome em sites que utilizam a tecnologia Flash. Pela iniciativa o navegador do Google agora terá um “Flash Player” integrado, em vez de utilizar um plug-in separado como é feito atualmente.

Segundo o Google, as vantagens da integração incluem mais comodidade para o usuário (que não precisará baixar e instalar um plug-in separadamente), mais segurança (o Flash Player será instalado e atualizado automaticamente, junto com o navegador, evitando o risco de segurança associado ao uso de versões antigas) e mais estabilidade.

Além disso Adobe, Google e Mozilla estão trabalhando em uma especificação técnica para uma nova interface padronizada para plugins de navegador, que pode reduzir ou eliminar problemas causados pelas interfaces atuais, como perda de desempenho e falhas de segurança.

Por enquanto o novo Google Chrome com Flash Player integrado está disponível apenas aos desenvolvedores, em versões para Linux e Windows. Ainda não há data definida para lançamento de uma versão para o público em geral.

Fonte: fael Rigues, iG São Paulo

O valor do design

Muito já se falou no valor do design e do que pode alavancar uma marca, posicioná-la com um trabalho focado e bem elaborado.

Entretanto, definir preços ainda é uma arte
Um dos aspectos mais desafiadores do design comercial é estipular o preço desses serviços. É muito importante estabelecer quantas horas do seu dia são utilizáveis.
Uma história relata muito bem isso. Diz a lenda que Pablo Picasso estava rascunhando em um parque quando uma mulher se aproximou e pediu que fizesse seu retrato. Ela deixou claro que pagaria pelo trabalho. Picasso concordou e, depois de poucos momentos de estudo, usou apenas um traço para capturar a imagem da mulher.

- Está perfeito – maravilhou-se a mulher. – Em pouquíssimo tempo, você conseguiu capturar toda a minha essência com apenas um traço. Muito obrigada. Quanto lhe devo?

- Cinco mil dólares – respondeu o artista.
- O quê? Mas isso só lhe tomou cinco minutos!
- Madame, isso levou minha vida inteira.

A experiência que o artista conquistou com duras horas de aprendizado e estudo, muitas vezes não são levadas em consideração por alguns clientes, mas, estes clientes não devem ser clientes, devem ficar fora da lista de parceiros.

Um dos maiores problemas de se trabalhar por projetos é que você é pago pelo seu tempo. A experiência dita o preço da hora, mas não considera a velocidade da tarefa. Então, se me pedem para projetar um site e eu faço algo bem rápido que atende às necessidades do cliente e seus usuários, não posso cobrar pelo tempo que demorei na tarefa, e sim pela experiência que conquistei ao longo dos anos e que permitiu que eu fizesse aquilo em tão pouco tempo. É uma diferença sutil e importante, que você deve ter sempre em mente.

Relação com os clientes
Apesar de o “cliente ter sempre razão”, não se esqueça de quem é o designer. O cliente o contratou porque acredita que você sabe e conhece o que faz. É provável que o tenham escolhido depois de olhado seus trabalhos anteriores e reputação, então devem respeitar seus conhecimentos como o profissional que é. Infelizmente, esse não é sempre o caso. O cliente pode esperar que o designer realize quaisquer pedidos enviados na hora. Assim, você fica tentado a ceder para não causar problemas. Mas cudiado! Resista à tentação e defenda seu ponto de vista. O cliente deve respeitar suas opiniões, pois design não é uma via de mão única, é uma conversa também.

Reconhecendo maus clientes
Nem todo negócio é bom negócio

Há muito cliente ruim por aí, mas como fazer a distinção entre eles? Quando tento decidir se vale a pena fechar um negócio, esses fatores são levados em consideração:

1. Pedidos exagerados;
2. Quando mal conseguem explicar nem o que seu negócio faz;
3. A mais importante. Não aceitam suas soluções. Ou pior: eles oferecem a solução de design;
4. O cliente quer que você faça “algo pequeno primeiro”. Pode apostar que não há nada de grande;
5. Sempre pedir descontos. Se eles sempre, sempre pedem para que você reduza seu preço, eles podem não dar valor ao seu trabalho. Se o cliente quer mais barato, reduza também o que o projeto oferece;
6. Prazo: É para ontem? Sim? Então o cliente deseja pagar um adicional de emergência?

“A melhor forma de conseguir bons trabalhos é produzir bons trabalhos. Quanto mais trabalhos bons você fizer, mais gente vai querer trabalhar com você”
Ian Coyle (iancoyle.com)

Os trabalhos da Odesign estão em nosso portfólio.